Capítulo 10. Não Me Diga

2302 Words

“Diga-me tudo que eu não sou, mas, por favor, não me diga para parar...”5 Da próxima vez que jantassem, fecharia um restaurante só para que eles tivessem privacidade, Andreas decidiu. Normalmente era avesso a esse tipo de ostentação, mas era por uma causa. A morena de olhos cor de mel, lábios carnudos, um atrevido nariz arrebitado coberto por pequenas e quase invisível sardas era uma excelente causa. Percebia a tolice que foi marcar em público, e também a tolice de esperar tanto para marcar um encontro. Andreas precisava comer aquela mulher naquele instante. E pela expressão na bela face feminina, não haveria reclamação se ele fizesse. Ela estava ali para o seu prazer. Ele sabia. Ela sabia. Porque complicar? Além disso, quanto mais tempo passava com a mulher, mas estava fascinado.

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD