Capítulo 18. Beije-me

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“Acalme-se comigo e eu vou ser a sua segurança...” Quando desligou o celular, Andreas tinha um sorriso nos lábios. —Era Alex? — Sim, ela chegará amanhã à noite. — Muito bem, estou curioso sobre ela. — Eu também. A cantoria dos pássaros enfeitava a manhã no sítio... Não a manhã de Andreas que havia conseguido dormir por volta das três e então fora acordado tão logo a sinfonia alegremente infernal começou. No passado o canto dos pássaros era uma das coisas que mais gostava quando voltava para casa. Hoje, eram horas de sono que não poderiam ser recuperadas. Seu sono leve necessitava do mais absoluto silêncio. Ele tentou cobrir a cabeça com o travesseiro. Tentou colocar panos em todas as brechas que encontrou das janelas e da porta. Enfim, admitiu que a casa precisava de uma ref

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