— O que você está fazendo na minha sala, e pior ainda, você deveria estar almoçando! — diz ele em tom sério. — Eu.. eu…e… — Marina gaguejava começando a sentir o ar na sala pesar ainda mais com o retorno dele. E ele observando bem, viu do que se tratava, pois as mãos de Marina tremiam sem parar. Tentava disfarçar o temor que sentia por ele, mas era uma tarefa impossível naquele momento. E para aumentar ainda mais seu desespero, Gabriel fechou a porta atrás de si, e ela logo foi para a parede perto da janela. — Eu já sei que você viu algo que não deveria ter visto tão cedo, mas devo lembrá-la que assinou um termo de confidencialidade, então quero que pense muito bem no que vai dizer. — Foi falando ao mesmo tempo em que se aproximava dela. Mas Gabriel, ao contrário do que ela esperava, n

