CAPÍTULO 12 - CONEXÕES ANCESTRAIS

1681 Words
UM DIA NO HOSPITAL A luz do hospital era fria e impessoal, refletindo a ansiedade que pairava no ar. Mateus e Valentina, com os braços enfaixados, trocavam olhares cúmplices, mas havia uma tensão subjacente. Eles sempre foram rivais de Drenalina, competindo por reconhecimento e poder. Agora, enquanto aguardavam a alta, a preocupação pela amiga inconsciente misturava-se com uma sensação de alívio por ainda estarem em pé. Enquanto isso, Léo estava em casa quando viu as notícias sobre o possível terremoto na universidade Ashwood. Seu coração disparou ao ouvir que Drenalina estava internada e inconsciente. Sem pensar duas vezes, ele decidiu ir ao hospital visitá-la. "Preciso ver como ela está", murmurou para si mesmo, pegando suas coisas e saindo apressado. Ao chegar ao hospital, Léo sentiu uma onda de nervosismo. Ele sempre teve um carinho especial por Drenalina, mesmo com as rivalidades que existiam entre ela e Mateus e Valentina. Ao entrar no quarto dela, o ambiente era pesado com a incerteza. Léo se aproximou da cama, segurando a mão dela delicadamente. "Drenalina, por favor, acorde", sussurrou, sua voz embargada pela emoção. "Todos estão preocupados com você." Do lado de fora do quarto, Lykan observava a movimentação frenética dos médicos e enfermeiros. A espera era agonizante e ele se perguntava o que poderia estar acontecendo dentro daquelas quatro paredes. O som de uma televisão ligada em um canto do saguão chamou sua atenção. Uma repórter aparecia na tela, falando sobre um possível terremoto que havia atingido a universidade Ashwood. "As autoridades ainda estão investigando o que realmente aconteceu", dizia ela, enquanto imagens da universidade em ruínas piscavam. Enquanto isso, nas sombras de um canto escuro da cidade, Malakai e seus amigos se reuniam em um armazém abandonado. O clima era tenso e cheio de determinação. "A universidade está vulnerável agora", disse XANDROS com um brilho maligno nos olhos. "É a nossa chance de atacar." KHAOS assentiu, analisando o mapa da faculdade espalhado sobre a mesa. "Precisamos agir rápido antes que Drenalina se recupere." No instituto de tecnologias avançadas "Eclipse", Dylan, o CEO carismático e astuto, liderava uma reunião com todos os funcionários. A sala estava cheia de rostos preocupados enquanto ele falava sobre os recentes eventos na universidade. "Precisamos nos preparar para qualquer eventual", afirmou Dylan com firmeza, sua voz ecoando na sala. "O que aconteceu na Ashwood pode ser apenas o começo. Estamos na linha de frente do futuro e não podemos nos deixar abalar." Essas peças do quebra-cabeça estavam se movendo lentamente em direções opostas, mas todos estavam prestes a descobrir que seus destinos estavam mais interligados do que imaginavam. Enquanto Dr. Lucas estava imerso em suas pesquisas no laboratório da "Eclipse", analisando dados que poderiam revolucionar a tecnologia, Sophia estava longe, em uma expedição no Egito. O calor do deserto e o aroma da terra antiga a envolviam enquanto ela explorava as escavações de uma tumba recém-descoberta. Durante suas investigações, Sophia encontrou uma série de objetos que despertaram sua curiosidade. O primeiro deles foi um cristal luminoso que emanava uma luz intensa. Assim que ela tocou o cristal, ele começou a mudar de cor, refletindo um espectro de tons vibrantes que dançavam à luz do sol. Fascinada, Sophia logo percebeu que havia algo especial naquele cristal, como se estivesse conectado a uma força maior. Em seguida, ela se deparou com um diário antigo, suas páginas amareladas pelo tempo. Ao folhear o diário, Sophia encontrou um mapa detalhado e anotações que pareciam descrever rituais antigos. Mas o que realmente chamou sua atenção foram algumas folhas em branco que, ao serem tocadas, revelaram uma foto de Drenalina com o nome "Aethera" escrito embaixo. O coração de Sophia disparou ao ver que a mulher na foto era idêntica à sua filha. Intrigada e confusa, ela se perguntou qual seria a conexão entre Drenalina e essa figura misteriosa chamada Aethera. O diário também continha uma profecia escrita em uma língua que Sophia não compreendia, mas as palavras ressoavam nela como um chamado. Além disso, Sophia encontrou uma máscara cerimonial intricadamente decorada e um globo terrestre que parecia ter propriedades mágicas. Havia também um aparelho futurista que intrigava qualquer um que o visse; sua forma era desconhecida para os tempos modernos. Por último, uma flor azul, com pétalas delicadas e vibrantes, capturou seu olhar. Essa flor não existia mais no mundo conhecido e parecia carregar consigo um mistério ancestral. Com todos esses objetos fascinantes em mãos, Sophia decidiu voltar para casa. A mente dela fervilhava de perguntas: O que significavam aqueles itens? Qual era a relação entre Drenalina e Aethera? E como tudo isso se conectava ao futuro? DETERMINAÇÃO DE SOPHIA Motivada pela imagem de Drenalina e pela sensação de que sua própria jornada está entrelaçada com a história contida no diário, Sophia decide que precisa descobrir mais sobre Aethera e a profecia. BUSCA POR TRADUTORES Procurou sábios e estudiosos na região onde está e se aventurou em bibliotecas antigas e ruínas esquecidas em busca de pistas sobre a língua da profecia. DR LUCAS CONTINUA SEU TRABALHO NA ECLIPSE Enquanto isso, Dr. Lucas continuava seu trabalho no Eclipse sem saber que as descobertas de Sophia poderiam mudar tudo o que ele acreditava sobre a tecnologia e a história antiga. O CLIMA MUDOU O clima na cidade começou a mudar, e a floresta próxima à Faculdade Ashwood se tornava cada vez mais sombria. Os habitantes começaram a relatar eventos estranhos: gritos à noite, sombras se movendo entre as árvores e, o mais alarmante, desaparecimentos misteriosos. A DECISÃO DE MALAKAI Malakai aproveitou que Drenalina estava inconsciente no hospital, pra colocar em prática os seus planos. Ele havia esperado por esse momento. Com um gesto rápido, chamou seus amigos, Xandros e KHAOS. — Vamos acabar com essa universidade de uma vez por todas! — disse Malakai, com os olhos brilhando de excitação. O PEDIDO DESESPERADO DA PROFESSORA LAURA Enquanto isso, do lado de fora da universidade, a Professora Laura se aproximou dos seguranças. Seu coração batia acelerado enquanto implorava: — Por favor! Eu só preciso de um minuto para pegar alguns pertences muito importantes! Os seguranças trocaram olhares preocupados. — Não podemos deixar você entrar, senhora! O local está interditado — respondeu um deles. — Eu entendo, mas é uma questão de vida ou morte! Eu não posso deixar isso para trás — insistiu Laura, sua voz tremendo de urgência. Após várias tentativas e com a insistência dela, os seguranças relutantemente concordaram. — Tudo bem, mas seja rápido! Temos que manter a segurança aqui! O INÍCIO DA DESTRUIÇÃO Com um aceno rápido de cabeça, Laura correu para dentro da universidade. Enquanto isso, Malakai e seus amigos estavam prontos para colocar seu plano em ação. — Agora! — gritou Malakai. Xandros e KHAOS começaram a espalhar gasolina pelo chão enquanto Malakai segurava um isqueiro. — Isso vai ser épico! — exclamou KHAOS, rindo enquanto acendia a primeira chama. As chamas começaram a se alastrar rapidamente. O calor intenso fez o ar vibrar ao redor deles. O DESESPERO DA PROFESSORA Dentro da universidade, Laura estava recolhendo seus pertences quando ouviu o barulho das explosões lá fora. Seu coração disparou ao perceber o que estava acontecendo. — Não... não pode ser! — sussurrou ela, olhando pela janela e vendo as chamas se espalhando. Ela correu para o corredor gritando: — Socorro! Alguém! Preciso de ajuda! Mas fora do prédio, os seguranças estavam em pânico. — Chame os bombeiros! A professora ainda está lá dentro! — gritou um deles enquanto corria em direção ao telefone. A TRAGÉDIA O fogo rapidamente tomou conta do prédio e uma explosão ensurdecedora ecoou pela noite. O som foi seguido por gritos desesperados dos seguranças que tentavam fazer o impossível para salvar Laura. No entanto, as chamas eram vorazes demais. Malakai e seus amigos observavam com um misto de excitação e horror. — É incrível! — disse Xandros com um sorriso nervoso. Mas então perceberam que algo estava muito melhor do que eles imaginaram, quando ouviram o último grito de Laura sendo consumido pelas chamas. — O que fizemos? — murmurou KHAOS gargalhadas.... A universidade ardia em chamas enquanto o fogo consumia tudo ao seu redor. E no meio daquela destruição, a Professora Laura não teve tempo suficiente para escapar. CAOS E TRAGÉDIA Foi um caos total. As chamas devoravam a universidade, e a fumaça n***a se elevava até o céu, como um grito desesperado de socorro. A notícia da morte da Professora Laura se espalhou rapidamente pela cidade, chocando a todos. A REPERCUSSÃO NOS JORNAIS Os jornais começaram a noticiar a tragédia em suas primeiras páginas. Um repórter, com um olhar grave, falava para a câmera enquanto as sirenes dos bombeiros ecoavam ao fundo. — Estamos aqui na cena de um incêndio devastador que resultou na morte da Professora Laura. Uma educadora querida que dedicou sua vida ao ensino — disse ele, sua voz carregada de emoção. DESESPERO DA COMUNIDADE O Em meio à cobertura jornalística, estudantes e professores se reuniam do lado de fora da universidade, em estado de choque. — Eu não consigo acreditar que isso aconteceu! — exclamou uma aluna, com lágrimas nos olhos. — Ela sempre foi tão gentil e preocupada com todos nós! Outro estudante, visivelmente abalado, respondeu: — Precisamos fazer algo! Não podemos deixar que isso passe em branco. A morte dela não pode ser em vão! O IMPACTO NA CIDADE As notícias sobre o incêndio e a perda da Professora Laura dominaram os telejornais locais. Em uma sala de redação, os jornalistas discutiam o impacto do ocorrido. — Isso vai abalar a cidade inteira — comentou uma repórter. — Precisamos investigar quem está por trás desse ato horrendo. — E precisamos garantir que justiça seja feita! — acrescentou outro jornalista, determinado. A MEMÓRIA DA PROFESSORA LAURA Enquanto os repórteres continuavam suas transmissões ao vivo, uma vigília começou a ser organizada pelos alunos em homenagem à professora. Balões brancos foram soltos ao vento enquanto as pessoas lembravam as lições valiosas que Laura havia ensinado. Uma ex-aluna se levantou para falar: — A Professora Laura sempre acreditou em nós! Ela merece ser lembrada como alguém que iluminou nossas vidas! !
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