O RELÓGIO PARADO
O relógio no quarto parou por alguns segundos; um som harmonioso, como um coro celestial, ecoou pelo ambiente
O NASCIMENTO DE DRENALINA
Drenalina nasceu com os olhos abertos, olhando diretamente para Sophia. No momento em que Drenalina veio ao mundo, a luz da estrela envolveu-a como um manto protetor e, ao mesmo tempo, deixou uma marca única em seu pulso: três pequenas estrelas alinhadas, formando uma constelação que lembrava as Três Marias.
A MARCA
Descrição da Marca:
A marca no pulso de Drenalina era composta por três pequenas estrelas brilhantes, cada uma representando um aspecto especial de sua personalidade:
1. CORAGEM:A primeira estrela simbolizava a bravura necessária para enfrentar desafios.
2. AMIZADE: A segunda estrela representava a importância das conexões e laços que ela formaria ao longo de sua jornada.
3. ESPERANÇA:A terceira estrela era um lembrete constante de que sempre haveria luz mesmo nos momentos mais sombrios.
O PRESENTE MISTERIOSO
Elian parou o tempo, segurou Drenalina por alguns minutos e entregou a ela um presente misterioso: um colar com um cristal protetor.
A AURA MISTERIOSA
Malakai retornou e tentou invadir a mente de Sophia, enquanto a bebê Drenalina emitiu uma aura luminosa.
O ALINHAMENTO CELESTIAL
A data e a hora do nascimento de Drenalina coincidiram com um alinhamento celestial raro. As enfermeiras conversavam entre si, relatando visões de figuras angelicais. O hospital registrou anomalias energéticas, e Sophia teve uma visão profética com Drenalina.
A MAGIA DA FLORESTA
Enquanto isso, na floresta...
No instante em que Drenalina veio ao mundo, um raio de luz atravessou as nuvens pesadas que antes a oprimiam. O céu, que havia permanecido cinzento por tanto tempo, começou a se iluminar e as árvores, antes curvadas e tristes, ergueram seus troncos robustos, como se estivessem se espreguiçando após um longo sono.
Um suave vento começou a soprar, trazendo consigo o perfume fresco das flores que, uma a uma, desabrocharam em uma explosão de cores. Borboletas dançavam no ar e os pássaros voltaram a entoar suas melodias alegres, celebrando a nova vida que surgia. Era como se a própria natureza estivesse em festa, unindo-se em um coro harmonioso para dar boas-vindas àquela que traria o equilíbrio de volta ao mundo.
O DESPERTAR DA NATUREZA
Os rios despertaram de seu torpor; suas águas agora brilhavam sob a luz do sol. Eles correram com mais força, murmurando promessas de renovação enquanto se lançavam sobre pedras polidas e musgos verdes. Animais curiosos saíram de suas tocas, atraídos pela energia vibrante que emanava da recém-nascida. Os cervos saltitavam entre as árvores, enquanto os coelhos exploravam os campos floridos.
Drenalina, ainda envolta no calor do seu primeiro momento de vida, sentiu uma conexão profunda com tudo ao seu redor. A magia da natureza pulsava dentro dela, e cada respiração parecia ressoar com a batida do coração da Terra. A vida estava renascendo em sua forma mais pura e bela.
As nuvens escuras começaram a se dissipar completamente, revelando um arco-íris radiante que se estendia pelo céu — um sinal claro de que tempos melhores estavam por vir. A natureza vibrava em harmonia com a presença de Drenalina; ela era o símbolo da esperança e da renovação.
O NOME DA NOVA VIDA
E assim, sob a luz do novo dia e cercada pela celebração dos elementos naturais, Drenalina sorriu para o mundo que agora despertava junto com ela.
No hospital, Dr. Lucas emocionado sugeriu: “Vamos chamá-la de Drenalina, simbolizando força e renovação; já que foi uma grande adrenalina o momento do parto. Foi muito tenso; então o nome vai combinar perfeitamente.”
Sophia, surpresa, respondeu: “Eu sonhei com esse nome... É como se fosse destino.”
A SOMBRA DA ESCURIDÃO
Enquanto a natureza se regozijava, um manto de escuridão se estendia por uma floresta distante. Criaturas sombrias cujos olhos brilhavam como brasas na penumbra se reuniam em um círculo. Suas formas eram distorcidas e grotescas, refletindo o desespero e o ódio que carregavam em seus corações. O líder da Escuridão, uma entidade envolta em sombras, ergueu sua voz gutural.
“Drenalina,” ele sibilou, “é a causa de nossa dor. Com seu nascimento, o equilíbrio se restabelece e nosso domínio sobre este mundo está ameaçado. Não podemos permitir que ela viva!”
As criaturas sombrias concordaram com um murmúrio uníssono; suas garras afiadas reluziam sob a luz da lua. Elas não podiam suportar a ideia de que uma única vida pudesse trazer de volta esperança e beleza que tanto desprezavam. Assim traçaram um plano maligno para atacar o hospital onde Drenalina havia nascido.
A AVANÇADA DAS SOMBRAS
Naquela mesma noite, enquanto as estrelas brilhavam intensamente no céu claro, as forças da Escuridão avançaram sorrateiramente em direção à cidade. As sombras moviam-se como serpentes sinuosas pelas ruas desertas. O ar estava denso com uma presença ameaçadora; o vento sussurrava advertências.
PERIGO A VISTA
Dentro do hospital, cuidadores e visitantes estavam alheios ao perigo que se aproximava. A luz suave das lâmpadas iluminava os corredores enquanto risos e esperanças permeavam o ar. Mas lá fora, criaturas sombrias se preparavam para lançar seu ataque.
A CHEGADA DO CAOS
Com um grito estrondoso que ecoou pela noite, elas romperam o silêncio da cidade. As portas do hospital foram arremessadas para longe como palha ao vento, e uma onda de escuridão invadiu o espaço sagrado onde Drenalina estava. O caos se instalou instantaneamente.
O DESPERTAR DA LUZ
Mas ao ouvir o clamor das forças obscuras, algo extraordinário começou a acontecer. Uma luz dourada começou a brilhar ao redor do berço de Drenalina, emanando calor e proteção. A natureza, que antes celebrava sua chegada, agora uniu-se em defesa dela — raízes emergiram do solo como guardiãs protetoras e flores abriram-se em cores vibrantes que ofuscavam a escuridão.
A RESISTÊNCIA DA VIDA
As criaturas sombrias hesitaram diante daquele brilho intenso; a força da vida era mais poderosa do que imaginavam. Um vento forte soprou pela sala, dispersando as sombras e levando consigo os gritos de desespero das trevas.
O FAROL DE ESPERANÇA
“Não!” rugiu o líder da Escuridão; mas era tarde demais — a luz de Drenalina havia se tornado um farol de esperança capaz de repelir toda negatividade.
O NOVO COMEÇO
E assim, no coração daquela batalha entre luz e escuridão, Drenalina permanecia tranquila em seu berço iluminado; inconsciente do poder que sua existência havia despertado — mas sabia-se que ela era mais do que apenas uma criança; ela era a chave para um novo começo.