Entre língua e dedos me fodendo logo eu estava quase gozando, e aí ele parou de novo. Ele levantou e deitou por cima de mim e disse no meu ouvido: — Não, ainda não. — Você deve tá brincando comigo, só pode! — falei indignada. Freldo olhou pra mim, e disse calmamente: — Não. — Então tá bom! Fui me levantar, ele rapidamente me segurou pelos braços. — Não é pra você levantar. — Me deixa ir, Freldo! Eu ainda fiz força para me soltar, ele m*l se mexia com isso. Ele me empurrou pra cama novamente e em seguida veio por cima de mim. Passou meus dois pulsos acima da minha cabeça sem pressa nenhuma e os segurou com uma mão só. — Para, Freldo! — Não grita. Passei a me debater tentando sair dos seus braços, e cada vez que eu me contorcia, um braço chegava a escapar ele me vencia mostra

