(Aylla Narrando) Estava na cozinha jantando com o Lafaiet e até então ele se mostrou uma pessoa “calma” me arrisco a dizer que ele e bom, até me deu uma roupa dele pra vestir, estar aqui não ta sendo tão r**m como pensei. Estávamos jantando em silencio quando ele começou a fazer um monte de perguntas tipo: como chegamos a essa situação, como o meu pai morreu, do porquê ele morreu e etc. Obviamente respondi todas as perguntas que ele fazia mesmo sentindo uma vontade terrível de chorar, ninguém nunca interagiu comigo dessa forma desde a morte do meu pai ele parecia se importa comigo, a cada pergunta que ele fazia eu respirava fundo segurava as lágrimas e respondia uma por uma do meu ponto de visto e o que eu sabia, achei estanho ele me pedir detalhes sobre o dia do acidente do meu pai eu nã

