A forte luz do sol encadeava os meus olhos por debaixo das pálpebras. Virei o meu rosto para o lado, tentando livrar-me daquele brilho desconfortável, mas foi vão, o ambiente inteiro parecia estar bem iluminado. Abri os meus olhos e analisei ao redor, notando um lugar diferente. Eu estava em um hospital. Me mexi na cama para levantar, mas logo fui interrompida. ― Permaneça deitada. ― Diz o meu pai, levantando-se da poltrona e seguindo até mim. ― Finalmente você acordou. Eu estava tão preocupado. ― Acariciou as costas da minha mão sobre o colchão. ― Há quanto tempo estou aqui? — questionei, aturdida. ― Há quase um dia. Você não anda mais dormindo à noite? O médico disse que você teve um ataque de exaustão. ― Eu não consigo dormir com tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo. ― O olhei f

