Hoje é sexta feira e tenho mais um dia de aula, vou, para à escola, quando chego entro na sala com o resto da turma. Sou, puxada pela mão, por Hugo para uma banca ao lado da dele, daí, vejo ele conversando, com os pais sobre mim e eles marcam, o jantar para o próximo sábado, que acredito ser, amanhã.
Hugo puxa a banca dele para ficar ao lado da minha, durante as três primeiras aulas nós não conversamos, para que o professor não viesse, a nos separar, nossos braços ficavam, se encostando um no outro, não vi nada porque, meu braço estava, desde que comprei uma espécie de meia calça, para os braços. Durante, o intervalo nós, nos reunimos e conversamos, tentando entender o que tinha acontecido, só que hoje uma coisa estranha aconteceu: Pathy, Dhylan e Rhyan faltaram a aula, nessa conversa só estávamos, Luna, Hugo, Lucas e eu. Lucas, não estava no castigo, então, ele estava sem saber o que aconteceu, dentro da capela. Nós contamos para ele de uma forma resumida, enquanto nós falava ele se arrepiava.
Larih: Isso é o que acontece, quando se mexe, com os desconhecidos. Posso está, errada mas alguma coisa aconteceu aos outros três, para eles terem, faltado hoje.
Hugo: Será? Nós sempre brincamos com aquele tabuleiro, mas nada nunca aconteceu, só foi trazer para a escola.
Larih: Hugo, você se esqueceu, que no dia do meu acidente, vocês estavam de posse do mesmo tabuleiro?
Hugo: Teve isso também, ele me olha pedindo desculpas.
Dou, um beijo em sua bochecha como forma de aceitar, suas desculpas.
Nailan aparece e sussurra em meus ouvidos.
Nailan: Cuidado, com o que você fala, para eles, no momento, ninguém pode saber o que você anda fazendo. Porque esses seus amigos podem por, você, em perigo!
Sei, que ele está certo então não toco no assunto sobre o que estou fazendo, mas decido, contar a eles os acontecimentos no meu quarto e peço a Luna para me ajudar, já que ela, chegou a presenciar.
Assim, que terminamos os meninos nos olha , mas é Hugo quem fala.
Hugo: Não acredito, que você passou por tudo isso calada e ainda aceitou, ser, zombada por nós?
Larih: A decisão, de não falar foi minha, vocês não tem culpa alguma, sobre isso!
A aula termina e vamos para casa, minha mãe me fala sobre sua próxima ultrassom e eu lhe digo que vou poder ir.
Quando chego na cozinha, vejo minha mãe com meu celular e ela me diz: Hugo ligou e os pais dele marcou a janta para esse sábado as 19 horas. Antes dele, foi seu pai quem te ligou.
Larih: E o que, ele falou?
Mãe: Ele estava, querendo que você, fosse passar um fim de semana na casa dele, visto que eles já, voltaram da casa dos parentes, da nova esposa dele. Acredito, que ele queira lhe apresentar sua irmã.
Lembrei-me, que meu pai é vizinho da amiga da minha avó, Dona Maria, ele mora na casa que fica em frente dá, casa dela. Mais precisamente onde vi aquelas três, mulheres estranhas, que estavam na calçada da casa dele.
Larih: Certo irei marcar um dia para ir lá.
Mãe: Ele não quer que você vá, para ficar apenas um dia e sim dormir, lá também e no dia seguinte levar você na escola.
Larih: Só, se for em um domingo, o que a senhora, acha?
Mãe: Pode, ser!
Meu padrasto entre na cozinha para jantar, nós duas sentamos, há mesa e começamos a por comida no prato. Daí, minha mãe fala com ele.
Mãe: O pai da Larih ligou e pediu para ela dormir na casa dele.
Padrasto: Ele ligou para qual telefone, que eu não, escutei os daqui de casa tocar?
Mãe: Ele ligou para o celular dela, como ela o esqueceu aqui embaixo e subiu, para o quarto, como estava perto eu quem o atendi!
Padrasto: Entendi! E quando você vai? - Ele me pergunta.
Larih: Provavelmente no domingo.
Padrasto: Porque, você não vai amanhã, já que é sábado?
Mãe: A Larih tem um jantar, amanhã a noite na casa dos pais do namorado dela o qual, terei que ir junto.
Padrasto: Então a santinha do p*u oco está de namorado? quem diria! Ele continua: E quem é esse infeliz, que vai aturar essa chata.
Mãe: Os dois cresceram juntos, então ambos já, se conhecem e a família dele sempre, gostou muito da Larih. Então esse namoro é aprovado por todos da família tanto a nossa, quanto a deles - disse ela!
Padrasto: Nossa não acha, ela é jovem demais para namorar? Não quero ela namorando com seu ninguém, assim, evita de macho entrando aqui em casa - disse meu padrasto, olhando para mim de forma maliciosa. Não sei de onde tirei, força para rebate-lo diante daquele olhar.
Larih: E quem lhe falou que a "nossa família", está se referindo a você, lembre-se meu pai é outro homem - dessa vez fui eu quem respondi a ele.
Padrasto: Mas, quem está cuidando de você sou eu, seu pai está com a outra família dele - ele me diz!
Eu boto pra rir da cara dele e ele pergunta. Padrasto: Do que você está rindo?
Larih: Da sua cara de p*u, você não cuida nem de si, vai cuidar de mim? Cuida da tua vida, oh seu b****a, já estou de saco cheio de você se meter na minha vida.
Nem meu pai biológico está se metendo, pra você vir da pitaco! Eu namoro quem eu quiser e você não tem nada haver com isso.
E o convite de jantar foi direcionado a minha mãe e a mim, não a você - eu lhe disse. E outra coisa meu pai pode sim, ter outra família, mas ele nunca esqueceu, que sou filha dele também, tanto é que ele ao chegar na cidade, me ligou para dormir na casa dele.
Padrasto: Se, eu não for também ninguém aqui vai - ele esbravejou!
Larih: Tu não vai porque eles nem te conhece, pra eles você nem existe na minha família. Minha família: Minha mãe e eu, você é só um intruso. Vá para o bar do seu irmão atrás das suas amantes e deixe que minha mãe cuide da questão do meu namoro.
Ele me olha e fica pálido ao ouvir aquilo, se vira para minha mãe e diz: você vai deixar ela falar comigo desse modo?
Ela tem razão, ou você acha que não sei, que aquela mulher lá no bar do seu irmão era sua amante? Por um acaso eu a encontrei na rua e ela me falou tudo, inclusive o que a Larih falou pra ela!
Filha lhe agradeço por você querer proteger sua mãe, mas dessa vez eu irei fazer isso por nós duas.
Ela se vira para aquele homem e diz: Você está convidado a juntar suas coisas e sair de nossas vidas. Se você não pode agregar em nada, então não venha destruir nossa paz.
Ele avança pra bater nela, e eu tomo a frente acabo levando um murro no olho, minha mãe me abraça e grita: SAIA, DAQUI AGORA OU EU CHAMAREI A POLÍCIA!
Ele sai correndo pela garagem, escuto seu fusca dando a partida e ele vai embora. Mainha vai até a geladeira para pega uma bolsa de gelo e nós subimos, ela me leva para meu quarto e fica me pedindo desculpas.
Entro no meu quarto me deito e ponho a bolsa de gelo em cima do olho.
Mãe: Vou pegar algum remédio para dor e uma pomada, para desinchar seu olho.
De repente Nailan aparece do meu lado, me olha com aquela bolsa de gelo no olho e diz: Sinto muito, por isso!
Larih: Você não é o culpado por isso, porque se desculpar? Ele se senta do meu lado e começa a acariciar meu cabelo e eu caio no sono!
Sem perceber fui levada novamente, para aquele campo aberto e quem me recebe é o avô de Hugo.
Helton: Olá! - ele me diz. Acho que lhe devo desculpas, porque seu acidente foi minha culpa.
Larih: Não necessariamente o senhor estava apenas tentando proteger os seus, faria o mesmo se estivesse em seu lugar. Pelas pessoas que amo faria qualquer coisa - digo a ele.
Helton: Então sei que você me fará um favor. É pelo bem daquele que você ama no momento, meu neto Hugo e toda sua família, inclusive a escola que vocês estudam e que minha família administra a muitos anos.
Larih: Que tipo de favor? - lhe pergunto curiosa e anciosa, para saber o que terei de fazer. Só espero não ser descoberta, porque se for, não terei como me explicar.
Sem eu esperar ele segura minha mão e eu vejo um quadro bem grande de um artista famoso, que guardava um grande segredo, vi um cofre e dentro dele havia várias peças em ouro e muitas jóias. Depois vejo dentro de um livro um papel, com a senha do cofre! Ele solta minha mão.
Larih: O que exatamente o senhor quer que eu faça?
Helton: Quero que você encontre um modo de mostrar a eles o cofre e a senha! Os quadros que tem lá em casa as vezes são mudados de lugar esse era o único que não, pois sempre exige ele no mesmo lugar e que ninguém deveria mexer ali. - ele falou.
Larih: Isso é muito arriscado para mim, se algo der errado seus netos, vão acabar me descobrindo e eu não saberei como explicar, isso pode até atrapalhar meu namoro com seu neto - lhe digo. Mas alguém nos interrompe se direciona a mim e diz, o seu namoro só ira fazer você perder tempo - olho na direção da voz e Nailan se aproxima de mim.
Larih: Sei que sou médium e tenho minha missão aqui, mas também sou humana e como tal vou me apaixonar por alguém e ser correspondida. Que m*l, há em um namoro inocente de duas pessoas que se gostam a bastante tempo? - lhe pergunto.
Ele continua a me dizer.
Hugo: Você irá passar por muitas provações e quem estiver ao seu lado, pode ser o causador de suas provações-lhe interrompo e digo, ou alguém que ficará e me dará apoio e força.
Larih: Olho para o Nailan, e lhe digo, desde que comecei a trilhar este caminho, meu maior medo sempre foi não poder ter alguém para compartilhar o fardo que irei carregar.
No momento você não pode deixar ninguém descobrir, o que você anda fazendo, isso terá seu tempo para acontecer. Em breve, as pessoas saberão sobre você e tanto elas como os espíritos virão precisando de sua ajuda.
E assim sou levada para meu quarto, acordo e vejo que estou só. Já, é de manhã ou seja, dormi a noite toda. Me levanto, sentido-me culpada por adormecer e vou em busca de minha mãe, a vejo na frente do portão com dois homens de farda me aproximo. Um deles era até bem mais jovem, creio não ter mais de 20 anos.
Larih: Mãe quem são esses? - ela se vira para mim.
Mãe: Está é a vítima, ele iria me bater, mas minha filha tomou a frente e ela quem se saiu machucada. Eles me olham, o homem mais velho diz compreendo, o mais jovem se aproxima e diz.
Policial 2: Está bem inchado ainda seu olho, nós iremos pegar esse covarde - disse ele!
Larih: Mãe o que está acontecendo? - Filha chamei a polícia,assim que amanheceu, fiquei pálida ao ouvir o som polícia, lá fora vejo uma viatura. Eles irão atrás do seu ex-padrasto. Porque depois dessa não o quero mais em nossas vidas.
Larih:Tudo bem, também não o quero mais aqui - faça isso para se proteger, porque eu estou bem.
O policial mais jovem diz que está com sede e minha mãe me manda entrar com ele até a cozinha, para lhe dar água.
E assim eu faço: O senhor quer a água natural ou gelada? Me chame de Thiago, gelada, por favor! Vou até a geladeira pego a jarra de água gelada, pego o copo no armário e boto a água para ele.
Tomando dois copos de água, guardo a garrafa de volta na geladeira e o copo na mesa, ele se vira e fala.
Thiago: Em mulher, homem de verdade não bate nem com uma flor. - Ele me diz isso enquanto vai em direção a saída, continuando ele fala: vá descansar e nós vamos pegar ele e vou mostrar como se bati.
De repente eis que ele surgi atrás de mim. Padrasto: Larih onde está sua mãe? Preciso conversar com ela! Olho na direção da voz e vejo meu padrasto parado, nos olhando, me escondo atrás do policial e lhe digo: É ele!
O policial reage o algema e leva para fora da casa, vou atrás deles, abraço minha mãe e vejo meu padrasto sendo posto dentro da viatura.
Policial 1: A senhora, terá que ir com a jovem até a delegacia, para prestar um queixa formal contra o agressor e pedi uma medida de restrição, para que ele não chegue mais perto de vocês.
Ela concente e vamos até a delegacia, o delegado pede para me ver e olha meu olho inchado, pede para tirar uma foto, pondo no processo contra ele, eu permito e eles tiram a foto. O delegado, me manda esperar fora da sala, enquanto conversa com minha mãe e o acusado.
Eu saio e me sento em uma das cadeiras da delegacia, quando de repente, aquele policial mais jovem se aproxima de mim com um copo com água e me diz.
Thiago: Agora é minha vez de lhe dá água. Ele me entrega o copo e eu aceito, lhe dando um obrigada. Agora vocês duas irão ficar bem, ele não vai mais poder chegar perto de vocês?
Larih: Obrigada, fico tranquila com suas palavras - lhe digo. Mas de todo modo fique com meu cartão, caso precise. Ele me entrega o cartão de visita dele e vejo seu nome: Thiago
Mais uma vez obrigada senhor policial, ficarei sim com seu cartão - falo a ele. Por favor, mim chame de Thiago- ele pedi. Certo, "Thiago"!
Vejo Nailan na porta de entrada da delegacia, nos observando e novamente ele está de cara amarrada. Ele some, quando percebi que estou o olhando, mas ele me lança um olhar triste.
Fiquei pensando naquele olhar e não tinha percebido que Thiago, estava se despedindo de mim. Quando percebo ele e seu colega de trabalho, o que veio junto durante a ocorrência, ficam me olhando parado. Os agradeço também e emito palavras de p******o, durante e depois de seus trabalhos.
Eles acenam para mim e saem, mas escuto quando o policial mais velho fala: já vi que você gosta de garotas mais novas do que você, né?- ele o diz batendo em suas costas e rindo ao mesmo tempo.
Thiago: Nada haver, mas confesso que ela é muito bonita. Ele se vira e me dá uma última olhada, piscando um dos olhos para mim.
Fiquei passada, de só perceber naquele momento que aquele policial "gentil", estava na verdade flertando, comigo.
Minha mãe sai da sala e me chama para ir embora, quando passamos por aqueles policiais estava com vergonha, então passei de cabeça baixa sem olhar pra eles.
Mainha os agradeceu e eu continuei olhando para outros lugares, evitando olhar para eles. Lhes dei um tchau olhando bem de relance para o policial, mais velho, evitando assim o olhar de Thiago, sobre mim.
Minha mãe e eu entramos no carro e ela diz.
Mãe: Já vi que minha menina, está virando uma linda mulher. Olhei pra ela e perguntei: Larih: Porque a senhora está me dizendo isso?
Mãe: O policial mais novo olha para você como se, estivesse apaixonado a primeira vista!
Larih: Mãe? -lhe digo.
Mãe: O que foi?
Larih: A senhora se esqueceu do Hugo foi?
Mãe: Você já ter namorado não impede que outros homens te olhem e queiram está ao seu lado.
Me lembro do olhar de Nailan e pergunto. Larih: Mãe se eu tiver conversando com um homem e outro ficar com cara amarrada e me lançar um olhar triste, mas com fúria para o que estou conversando, isso significaria o que?
Mãe: Ciúmes e o olhar triste, pode significar que ele não pode fazer nada para mudar aquilo. O fato dele está com ciúmes e de não poder está com você, da forma que ele queria.
Fiquei pensando no que minha mãe falou e lembrei-me da nossa última conversa, me senti um pouco culpada, nunca imaginei que um ser espiritual, pudesse desenvolver tais sentimentos por mim.
Minha mãe ligou o carro e nós saímos pensei que iríamos para casa, no entanto estávamos no estacionamento do shopping.
Larih: O que viemos fazer aqui? lhe pergunto!
Mãe: Segunda você irá para escola, então precisará de alguma maquiagem para cobrir esses olho roxo e hoje tem o jantar na casa do seu namorado.
Compreendo o que ela quiz dizer, antes de perguntar qualquer outra coisa ela me entrega um de seus óculos de sol e nós descemos.
Entramos em uma loja, onde minha mãe é cliente Vip, a vendedora que já conhece ela, se aproxima e pergunta o que ela procura.
Vendedora: Tudo bem posso ajudar?
Mãe: Sim, preciso de algum tipo de corretivo ou ** para a área dos olhos e uma sombra que ajude a disfarçar um machucado que ela está em um dos olhos.
A vendedora me olha eu tiro os óculos de sol e lhe explico.
Larih: Comecei a praticar artes marciais hoje e durante o treino acabei levando um murro no olho, na segunda tenho aula e hoje um jantar, na casa do meu namorado, preciso disfarçar esse machucado.
Minha mãe me olha sem acreditar no quão rápido, pensei em uma desculpa para justificar o machucado!
E para minha surpresa ela resolveu me presentear com um monte de maquiagens,
saímos do shopping e fomos para casa.
Ao chegar em casa subo para meu quarto tomo meu banho me visto com vestido simples mas elegante, minha entra no quarto, para me maquear e fazer um penteado em meus, cabelos.
Mãe:Vamos sair, daqui a pouco, para jantar na casa do seu namorado.
Olho para, ela e a vejo em um vestido chic de gestante e lhe, digo.
Larih Nossa! Agora, fiquei imaginando s senhora indo no meu, noivado.
Mãe: Não, precisa disso, tudo o vestido é para gestante, então não, estou tão bonita assim, com esse barrigão.
Larih: O seu barrigão não diminuiu sua beleza, pelo contrário deixa a senhora parecendo, uma princesa.
mãe: Larih amanhã eu lhe maqueio para você. Boa Noite!
Larih: Certo mãe e qualquer coisa é só espera aí. Entrei no meu quarto abri a primeira gaveta e encontrei dois walktokes, os liguei para ver se estava carregado e eles mostraram que estavam.
Saí do quarto e fui até minha mãe que já tinha entrado no dela.
Larih: Mãe posso entrar?
Mãe: Pode!
Entro ela já está em sua cama vestida em uma camisola.
Mãe: O que foi?
Larih: Fui só pegar isso! Entreguei um a ela.
Ela me olha rindo e diz.
Mãe: Pra que isso?
Larih: Caso precise de mim é só me chamar por aqui, estarei com ele ligado caso precise de mim para alguma coisa. Lembre-se a senhora está grávida e estamos sozinhas de novo e a senhora já está quase com 6 meses. Daí levanto o meu e lhe mostro que tenho um também.
Mãe: Certo qualquer coisa lhe chamo, mas agora trate de dormir que amanhã você tem aula.
Saiu do seu quarto em direção ao meu, entro ponho o pijama, mas antes de dormir testo aqueles dois aparelhos.
Larih: Mãe? Falo com ela pelo walktoke.
Mãe: O que foi, ainda não foi dormir?
Larih: Vou dormir agora, estava apenas testando os aparelhos. Agora que sei que funcionam. Bênção e boa noite!
Mãe: Deus te abençoe, boa noite, até amanhã.
Hoje, é sexta feira último dia de aula da semana, me sinto, preocupa em deixar minha mãe só, então sem que ela percebesse fui ponta de pé, até o quarto dela desliguei o despertador e o celular, para ela ter um sono melhor. Quando, ia saindo, do quarto dela tomei um susto com Nailan que só me observava calado. Passo por ele e, rindo de mim, ele fala.
Nailan: Pensei que já estivesse acostumado, comigo?
Larih: Pela primeira vez antes, de você, aparecer na minha vida, a única que passou por, minha mente, aquela que está, ali. Apontando para o quarto e contínuo, ela é uma guerreira aguentar, tudo, calada e ainda por cima grávida!
Vou até, meu quarto e pego meu celular, para ter certeza que minha tia estava vindo ficar com ela, enquanto vou, para a escola. Bem liguei para ela contando tudo o que aconteceu no dia anterior, sem minha mãe saber.
Já, era de manhã me arrumei, para e desci, a escada devagar sem fazer barulho, com minha mochila nas costas. Fui, até a cozinha fazer um sanduíche para comer no intervalo, mas ficava o tempo todo de olho na câmera do interfone. Peguei, um suco na geladeira enquanto fazia e vi minha, tia pela câmera apertando o interfone que só, não tocou porque o fone estava fora do gancho. Apertei o botão que destrava a porta enquanto vou até a entrada com o telefone o ouvido e abrindo o portão da frente vou me aproximando dela.
Quando comecei a falar com ela, já tinha pedido a Hugo para o pai dele, passar na minha casa para eu ir com eles para a escola.
Larih: Bênção, tia?
Tia: Deus te abençoe! Onde está sua mãe? ela me pergunta.
Larih: Está, dormindo no quarto dela. Tia o pai de Hugo, vai passar aqui para ir a escola com eles. Mainha está dormindo, ela precisa descansar, mas não pode ficar só. Aquele homem, está proibido de vir aqui, caso ele venha ligue para esse, número. E lhe entrego o cartão que aquele, policial me deu.
Minha, tia se aproxima de mim e diz, você não deveria ir assim para a escola, foi muita coisa para você também, deveria ficar em casa e descansar. Ela toca no meu olho com hematoma e eu me, encolho ainda sentindo dor no lugar.
Coloco, óculos escuro sobre os olhos e lhe, digo.
Larih: Estou, levando um pouco de maquiagem para os olhos na bolsa e quando chegar na escola Luna me ajuda. Ela, é minha amiga então posso confiar, escuto uma buzina do lado de fora e vou até o portão. Dou um beijo, em sua bochecha e a agradeço, por cuidar da minha mãe enquanto, estou fora.
Saiu pelo portão e entro no banco de trás, do carro da mãe de Hugo. Hoje seria ela a levar os filhos para à escola, quando ela me ver de óculos escuro, não fala nada. Quem, fala é Hugo!
Hugo: Você está um arraso com esses, óculos escuros.
Lhe dou uma risada, sem graça.
Mãe de Hugo e Luna fala.
- Luna, preciso falar a sozinhs com você.
Luna: Certo, mãe!
Mãe de Luna: Larih, sobre seu jantar amanhã lá, em casa, para oficializar seu namoro com meu filho, irei marcar para daqui a duas semanas.
Fiquei sem entender então lhe disse.
Larih: Certo.