O silêncio que se seguiu foi absoluto. Doug piscou, surpreso, baixando a taça devagar. — Não? Eu também fiquei paralisada. Meu coração, que já estava acelerado, deu um salto violento. Não ia? Depois de tudo? Depois de anos de ensaios, de sacrifício, de Samantha movendo céus e terras para que ele conseguisse? Doug franziu a testa, confuso. — Samuel, o que você está dizendo? Ele continuou, sem desviar o olhar da taça. — A The Wild Ones fez um teste há algum tempo com alguns produtores. Um deles gostou muito da banda e decidiu investir pesado. Vamos gravar um álbum completo. Fazer uma turnê europeia. Doug ergueu as sobrancelhas, impressionado. — Uau. Parabéns, filho. Isso é incrível. Samuel assentiu, mas não sorriu. — E a banda vai para Paris. Amanhã. O embarque é amanhã cedo. O a

