Drake Colombo Irritado. Essa palavra não chega nem perto do que queimava no meu peito. Eu estava quase descontrolado. A música pulsava alto demais, cada batida reverberando como um soco no meu estômago. As luzes cortavam a pista em cores que me cegavam por instantes, mas nada me fazia desviar os olhos. Anna. Ela dançava com Samuel. Ria, se inclinava, deixava aquele i****a sussurrar no ouvido dela como se ele tivesse esse direito. O braço dele roçava na cintura dela e eu sentia meu sangue esquentar até o limite do insuportável. Meu corpo inteiro pedia para atravessar o salão e arrancá-la dali. Era quase instinto, primitivo, irracional. Eu queria marcar território de um jeito que não podia. E pior: eu não tinha nenhum direito de querer. Mas como explicar isso para o meu coração acele

