Drake Colombo Desde que Thomas fez aquele maldito convite para Anna ir à boate, alguma coisa em mim ficou fora do lugar. Eu disse a mim mesmo que não me importava. Repeti mil vezes, como um dogma barato: ela não é nada além de uma funcionária. Uma mulher que eu obriguei a trabalhar para mim contra a vontade. Apenas isso. Mas cada vez que eu fechava os olhos… era a boca dela que eu sentia. O gosto proibido, o arrepio que me atravessou quando ela correspondeu a um beijo que eu nunca deveria ter iniciado. E, pior, eu me lembrava do quase instante em que ela gemeu contra mim e eu precisei me segurar para não levá-la além, para não perder o controle. Ainda que eu estivesse dominado pela luxuria e caos interno dentro de mim. Me odeio por isso. Por querer vê-la quebrar, gemer, se perder. O

