JP narrando
Cheguei la fora, sentei em uma cadeira e a Rosa sentou no meu colo, fiquei viajando tentanto lembrar daquela novinha e ai que veio na memória dia em que FP me passou o morro, antes me levou no ceto dele, só podia ser ela, qie azar do c*****o que eu to ,Rosa descobre isso nao me perdoa nunca mais.
Rosa: Ficou pensativo, que houve ?
JP: Houve nada morena, é pq eu fumei, fico assim mesmo.
Rosa: Entendi.
Peguei meu telefone pra mexer nas redes sociais e vi duas chamadas perdidas da Ingrid, ignorei, ja ia da 8hora da manha, e eu ja estava morto, ate porque daqui apouco começava outro dia pra mim.
JP: Amor, vou meter o pé, vamos ?
Agatha: Ah nao JP, deixa de ser chato, hoje é domingo.
JP: Se metendo no bagulho dos outros mano.
Igor: Coe Rosa, vou embora, ja esta na minha hora.
JP: Ta mesmo mano, vai la.
Rosa: JP, da um tempo - Ela levantou do meu colo pra se despedir.
A novinha se despediu de todo mundo também e me deixou por ultimo, deu um beijo no meu rosto e sussurrou no meu ouvido.
Jasmim: Se preocupa nao, sei guarda segredo.
Fiquei apreensivo, mais agi naturalmente, Rosa levou eles no portão e eu fiquei ali parado, quando ela voltou eu levantei.
JP: Mano, vou bargar, daqui apouco tem trabalho e eu to de marola com vocês aqui.
Vitin: Dorme ai mano, quarto la po
Agatha: É, fica por ai mesmo.
Rosa: Vamos, vou subir com você.
Subimos juntos pro quarto , tomamos um banho sem malícia e caimos na cama, meu telefone tocou mais eu ignorei..
Rosa narrando
Nao demorou muito JP ja estava roncando, eu peguei no sono logo , mais meu sono estava tão leve que eu senti quando o telefone do JP vibrou, olhei a chamada e era Ingrid, fiquei com vontade de atender e colocar ela no lugar dela, mais pensei direito, talvez ele nao gostaria de eu fazer isso, deitei novamente, tentei pegar no sono novamente mais o telefone tocou outra vez, me emputeci e peguei o telefone pra atender.
~~ Ligação ~~
Rosa:Alô
Ingrid: JP onde você estar - ela chorava.
Rosa: Ingrid é a Rosa, JP esta dormindo, voce precisa de algo ?
Ingrid: Rosa, você é médica, ajuda meu filho por favor.
Rosa: o que aconteceu com o enzo ? - fiquei apreensiva
Ingrid: Eu nao sei dizer oque é, ele ta se tremendo, os olhos dele estao virados, ja é a terceira vez.
Rosa: Ingrid, provavelmente seja uma crise convulsiva, coloca ele de lado, nao deixa lingua dele enrola de jeito nenhum, eu vou acorda o JP e vamos pra ir.
Ingrid: Ok, obrigada
~~ fim da ligação ~~
Eu desesperadamente comecei a acordar o JP, que nao se mexia de jeito nenhum, ja era quase 11hrs da manhã, nao tinha mais barulho nenhum de bagunça, provavelmente todos ja dormiam.
Rosa: JP, levanta, levanta agora - eu sacudir ele com força.
JP: p***a Rosa, me deixa dormir.
Rosa: JP, o Enzo ta passando m*l - ele me olhou ainda sonolento.
JP: Qual foi ?
Rosa: nao sei a Ingrid estava nervosa, nao conseguiu explicar direito, mais parecia que ele estava tendo convulsão.
Em um puli vi JP levantar da cama, pegou as coisas dele e saiu dali varado, descemos as escadas as pressas, saimos dali correndo encima da moto do JP, voando pra casa da Ingrid, chegamos ele nem parou a moto direito, deixou de qualquer jeito na rua e desceu, eu segui ele a todo mundo, ele tirou uma chave do bolso e abriu a porta, na hora nem questionei, mais eu nao entrei, fiquei parada na porta só ouvindo eles falaram..
JP: Oque aconteceu com meu filho ??
Ingrid: Eu nao sei , ele começou a dar esses tremeliques de madrugada.
JP: Porque nao me chamou caralhooo
Ingrid: Eu liguei milhões de vezes JP, você que estava ocupado demais pra me atender. Cade a Rosa?
JP: Puts, a Rosa - Ele voltou ate a porta - Perdão amor - e me puxou.
Rosa: Eu posso ver ele ?
Ingrid: vai , fica avontade.
Eu me agachei ficando na altura do sofá que é aonde o Enzo estava deitado, amoado e babando , ele estava desorientado como se nem soubesse quem estava ali.
Rosa: Vai buscar o carro JP, eu e Ingrid vamos levar ele no médico.
JP: Ei vou junto.
Rosa: Nao vai nao, fora do morro é perigoso pra você.
JP: eu vou junto com meu filho nessa p***a. - me assustei por ele nunca ter gritado daquela forma comigo.
Ingrid: A Rosa tem razão JP
JP: Toma no cu - Ele sai chutando a porta com força.
Ingrid: O Rosa, eu sei que nao nos damos bem, mais ele é a minha vida, por favor me diz oque ele tem ?
Rosa: Ingrid, nao tem como eu te dizer nada agora, crise convulsiva pode ser qualquer coisa, nao vamos ficar tão procupados assim - Ela apenas assentiu com cabeça- pega suas coisinhas e as dele pra irmos.
Ela foi ate o quarto dela e logo depois voltou com uma mochilinha do Enzo JP chegou logo em seguida.
Rosa: Amor, pega ele, eu vou dirigindo.
JP pegou ele no colo com cuidado e saimos indo pro carro, Ingrid entrou no banco do carona e eu no de motorista, JP, ajeitou o Enzo no colo dela, deu um beijo na testa dele, fechou a porta e deu a volta.
JP: Cuida do meu filho pelo amor de Deus.
Rosa: Nao se preocupa amor, vai ficar tudo bem. - ele me deu um selinho e eu sai da li.
Antes de sair do morro passei em casa, peguei apenas minha bolsa com todos meus documentos dentro e seguimos pro hospital, nao fomos pro hospital que metade do morro costumava ir, apesar de ser bom, nao acho que seja apropriado ele agora, estavamos em silêncio o caminho todo, na verdade eu nem estava esquentando que era a Ingrid ali, eu estava muito mais procupada com o Enzo do que com quem era a mãe dele.
Chegamos no hospital eu conversei com uma das balconistas qie logo me deixou passar com ele, eles trouxeram uma maca pra colocar o Enzo e levaram ele, ficamos sentadas esperando ,e o JP ligava de 5 em 5 minutos passou quase 2hrs com a gente esperando quando o medico apareceu.
Xx: Responsáveis do Enzo Medeiros Vidal ?
Ingrid e Rosa: Eu - falamos juntas.
Rosa: Ela é a mãe e eu sou medica dele.
Xx: Sim, entao acho que seria mais apropriado conversa com a senhorita primeiro
Ingrid: Como assim? Eu sou mae dele, quero saber agora, ela nao é medica nenhuma dele - ela disse um pouco alterada.
Rosa: Ingrid, calma estamos Juntas nessa, pelo Enzo- Eu coloquei minhas mãos sobre seus ombros, ela respirou fundo e se acalmou.
Seguida eu entrei com o doutor, que me deu os resultados dos exames, e eu imaginei milhões de.coisas mais nunca oque eu estava lendo ali.
Rosa: O senhor tem certeza ? So pode ter algo errado nesses exames
Xx: Nao senhora, vimos perfeitamente, nada que ainda nao tenha como remover mais infelizmente se trata de um tumor no cérebro, mais ainda bem pequeno, oque facilita muito o tratamento e a cirurgia de remoção do tumor.
Rosa: Meu Deus, como eu vou falar isso pros pais desse menino. - O medico apenas ficou em silêncio.
Ele levantei da cadeira ainda em choque, fui andando lentamente ate a sala de espera onde a Ingrid me esperava, quando me viu ela correu diretamente pra.perto de mim.
Ingrid: Diz Rosa, oque meu filho tem ? - Ela ja chorava
Rosa: É... Senta. - eu ainda estava em choque.
Ingrid: Diz logo Rosa. - Ela sentou , mas nao parava de tremer os pés agoniada.
Rosa: É um tumor...
Ingrid: Como assim ? Meu filho ta com câncer? - ela desabou a chora e caiu ajoelhada no chao.
Eu me abaixei de joelhos, um pouco sem jeito pois tenho certeza que eu era a ultima pessoa que ela queria do lado dela agora, encostei meus braços sobre seu ombro.
Rosa: Ingrid, fica calma, nao se trata de um câncer, ainda estar pequeno, da pra remover e tratar, se acalme, pois ele vai precisar de você agora.
Ingrid: Eu quero ver meu filho - Ela chorava.