Capítulo 28

1793 Words
JP narrando JP: Ta ate de mancada vocês me perguntarem isso - Eu levantei puto da cadeira - Sou algum vacilão? Vitin: Ta maluco irmão, ninguem falou isso. X9: Bom , eu falei, mulher você tem um monte né, você é bandido - Eu agarrei ele pelo colarin JP: A minha mulher nao é qualquer mulher, tu quer morrer irmao? X9: Nao me leve a m*l JP, só estou pensando no bem do morro. Nem mae do seu filho ela é. JP: No meu morro quem pensa bem sou eu, e pra mim você nao presta mais - Joguei ele com força no chão- Passa... Vitin: Como aasim irmão? JP: Quer morrer junto ? Passa irmão- eu ja falava puto, com sangue nos olhos. Sai de dentro do escritorio e só ouvi quando desparou os tiros, estava puto, com a cabeça a mil, DL chegou ali.. DL: Visão patrão, mandou me chamar? JP: Mermão vai la dentro e desenrola com o Vitin, ja to com a cabeça a mil por isso, sabe da tua irmã? DL: Ta em casa JP: Vou la mano.. Desci o morro e deixei a responsa de contar pro DL pro Vitin, fiquei pensando em como eu vou contar isso pra Rosa , nunca na minha vida passaria na minha cabeça a duvida de entregar a Rosa pro melicia, ela éo amor da minha vida, ela me mudou pra melhor , eu amo aquela mulher, sem duvidas nenhuma disso. Cheguei na casa dela e chamei, ela ainda morava com a chata da mãe dela, e eu nem fiz um corre pra mudar isso ainda, é muita coisa na minha cabeça, quem atendeu foi a Rita. Rita: Rosa ta deitada, chama ela la - estranhei, talvez a velha estava se conformando. JP: Ok - entrei - licença ae - Fui direto pro quarto da Rosa. Ela estava de calcinha e sutiã, dormindo, descoberta, nessas altura, cansada tanto quanto eu, m*l tinha dormido a noite passada, e era uma pena eu ter que acordar ela pra dar outra noticia ruin, coloquei a pistola que estava na minha cintura encima da mesinha, tirei a camisa e deitei do lado dela, ela despertou ainda sonolenta me olhou e deitou sobre meu peito, e voltou a dormir, nao sei se ainda estava sonhando, só sei que aquela sensação era como se ela tivesse certeza de que eu estaria ali pra tudo que ela precisasse, e sim, eu estaria. acabei cochilando junto com ela, acordei com ela alisando meu rosto e me admirando, que mulher perfeita que eu tenho.. Rosa: Boa noite lindo JP: c*****o, ja escureceu ? Rosa: Ja sim, nem vi quando você chegou. JP: Sim, você estava babando quando eu cheguei - dei um selinho nela. Rosa: Foi no Enzo ? Ta tudo bem la ?? JP: Ainda nao, sai daqui vou pra la, na verdade eu tenho uma parada pra falar contigo. - Fui interrompido com o barulho da porta. Rosa: QUEM É? - Ela gritou DL: Rosa, sou eu, quero trocar um papo com o patrão- Nessas alturas ele ja sabia do assunto. JP: To indo - Levantei e caminhei ate a porta, abri a mesma e DL estava ali parado. DL: La fora patrão rapidinho - Eu sai , caminhando até a rua, DL logo atrás de mim. Encostei no meu carro, cruzei os braços e o encarei.. JP: Nessas alturas Vitin ja falou com você. DL: Deu o papo sim. JP: Então, eu ia agora mesmo contar pra sua irmã ... DL: Então , sobre isso. Acho melhor nao contar. JP: Ta maluco mano , a mina ta correndo perigo. DL: Eu quero resolver patrão. JP: E como vc pretende fazer isso? DL: entregando o velho JP: Vai entregar seu pai mano, ta doido - fiz sinal de doido enquanto falava DL: JP, antes ele do que Rosa, o cara nem nosso pai é, só ta nessa porque sabemos quem ele é, nunca nos procurou. JP: mano mesmo assim, como tua família vai reagir souber isso ? DL: Nao vai saber, o cara que trouxe esse problema pro morro, qual foi JP ta ficando frouxo ? JP: Se liga irmão- Dei um empurrão nele- Olha como tu fala comigo DL: Tranquilo, foi m*l. JP: Mano o pai é teu, ta com essa disposição? Então cai pra dentro DL: Vleo JP JP: só nao me traz mais problema.. DL: Ta suave... Ele saiu dali e eu voltei pra dentro da casa, a Rita estava sentada no sofa mais eu nao dei importância, só entrei, Rosa estava arrumando o guarda roupa ... JP: Amor, vou nessa, passar pra ver o Enzo ainda Rosa: Sim moreno, pode ir.. Me liga quando chegar - ela se aproximou levantou os pés ficando quase da minha altura e me beijou. O beijo dela era calmo, e doce, foi o unico beijo que fez meu coração pular pra fora, encerrei o beijo com um selinho , e um beijo na testa dela. JP: Se cuida minha morena. Rosa: Se cuida também minha vida. - Eu virei minhas costas pra sair mais ela me chamou... Rosa: Vidaaa - Apenas olhei pra tras JP: oi ? Rosa: Vai aonde sem camisa ? - ela levantou uma das mãos balançando minha camisa e eu rir. JP: Era pra deixa ai pra você sentir meu cheiro - me aproximei dela novamente, segurei em sua cintura, dei um selinho nela e peguei minha camisa. Rosa: Sei , to de olho em - Eu sai. Sai da casa dela, peguei meu carro e seguir pra casa da Ingrid, estacionei na porta mesmo, nao ouvi nenhum barulho provavelmente ja estariam dormindo , dei duas batidas de leve na porta e abri devagar, Ingrid cochilava no sofá, entrei sem fazer barulho nenhum, ate o quarto que era do Enzo, ele estava deitado, mais acordado, apenas olhando pro nada, eu me aproximei dele, que acabou notando minha presença. JP: Eae filhão, ta bem ? Enzo: Parece que sim, mais eu acho que nao JP: Porque você acha que nao ? - Sentei na ponta da cama dele. Enzo: Vocês estão demostrando isso, eu vou morrer papai ? - meus olhos se encheram por alguns instantes. JP: Ta doido meu filho, que loucura é essa, você vai viver muito ainda, isso é só um dodoi que ja ja passa. Enzo: Ta bom papai. JP: Chega pra la molecao, pai vai dormir aqui com você. Ele chegou pro lado, me dando espaço na cama , eu me deitei, joguei ele sobre meu peito, o cobri e apaguei juntamente com ele.. DL narrando Depois de descobrir essa parada ai que os melicia querem pegar a Rosa meu sangue ja ferveu, eu cheio de problema, com minha filha que estava pra nascer, tendo que resolveu p*u de bosta qie aquele velho nos arrumou, sai da casa em que eu e a Camila estavamos montando , ela estava completamente boba, e feliz , apesar de ela saber que eu nao tinha só ela, ela era minha fiel e agora mae da minha princesa, ela ia ter tudo que quisesse sem duvidas, mais enfim, estava subindo a rua da boca quando dei de cara com o Grilin DL: Passa visão Grilin Grilin: Fala mano DL DL: Me empresta teu carro? Preciso ir ali numa missão. Grilin: Sozinho mano ? Quer que eu vou contigo ? DL: po mano, é arriscado Grilin: Então eu vou mano, vai sozinho nao.. Grilin era meu amigão, ja me tirou de varias roubadas e pelo visto tava pra tirar de mais uma, contei pra ele do acontecido e disse que ia ate um dos melicia desenrola essa situação, ele chamou outro meno responda o sementinha, meno era disposição tambem, entramos os três no carro e eu segui pra onde eu sabia que o melicia estaria, ficamos parado de escolta pra ver se passava algum deles. Sementinha: Coe mano, patrão sabe dessa missao ? DL: Ta tranquilo pivete - observei dois dos caras passando - Ali , pega a visão grilin. Grilin: Irmão, vai na fé, qie eu vou ficar de escolta, cuidado. - eu apenas assenti com a cabeça vesti um colete que estava no carro e sai. Caminhei tranquilamente ate os cara que sentaram em um barzinho logo ali, baixei meu bone tampando um pouco da visao do meu rosto, fui ate o bar, pedi uma cerveja de 600ml, peguei um copo e sentei abusadamente na mesa dos cara. Xx: Qial foi ? Tem medo de morrer nao ? - o cara ja colocou a mão na cintura em sinal de puxar a arma. DL: Relaxa, vim fazer negócios Xx: Nao sabemos nem quem você é, ta mandado ? - eu levantei um pouco o bone dando a visão do meu rosto pra eles. DL: Filho do David. Xx: hiii ala, caiu peixe na risca assim facil ? O cara veio pra morte Diguin. - falou pro comparsa Diguin: Tu sabe que nao vai sair daqui vivo ne, na verdade a gente queriamos a menina, mas você deve servir- ele puxou a pistola e destravou. De longe eu pude ver o Grilin ja se movimentando pra me socorrer, mais ele ja estava avisado que ele só poderia agir com a minha permissão. DL: Vim te oferecer algo melhor que os filhos dele. Xx: Nao interessa , mata logo ele diguin é vagabundo mesmo. - Pelo visto o tal Diguin era o que mandava. DL: Pelo visto tu só cumpri ordens, então cala boca, to falando com quem sabe e entende de negócios. - O diguin travou a arma novamente e pois encima da mesa. Diguin: Fala ai neguin, oque você tem pra me oferecer que me faça chegar naquele verme ? - eu rir debochando. DL: Eu vou te levar naquele verme. Diguin: como assim ? Vai me entregar teu pai ? Ta ficando interessante. - ele deu um gole na minha cerveja. DL: nao preciso contar detalhes da minha história triste, só que esse homem nao é meu pai e muito menos da minha irmã, entrego ele, tu faz oque quiser e deixa minha familia e meu morro em paz, eae ? Xx: Deve ta blefando diguin, mata logo ele. Diguin: Cala boca Rico, fala pra c*****o. - ele se concentrou em mim.- jae, mas se tiver armando alguma coisa... DL: Tem ninguém armando nada aqui- tirei do meu bolso um papel com meu número e botei na mesa. - passa a visão nesse telefone ai, vou te explicar tudo , agora me de licença. Levantei da cadeira e fui caminhando ate o outro lado onde estava o carro, fiz sinal pra qie o Grilin pegasse a visao de qualquer covardia e continuei seguindo. Entrei no carro, liguei o mesmo e seguimos dali.
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