ISABELLA 👾 – Passado, referĂŞncia ao capĂtulo 9. — Já que estamos sozinhas, vamos sair e fazer a noite das meninas! — falei com o melhor tom animado que consegui fingir. Na verdade? Eu sĂł queria uma desculpa pra tirar ela de casa, deixá-la vulnerável, bĂŞbada, fora de controle. Qualquer coisa que me desse vantagem. Helena me olhou com aquela cara abatida, os olhos baixos, o corpo largado no sofá. A coitada tava quebrada por dentro e por fora. Perfeita. Frágil. Burra. — NĂŁo tĂ´ com cabeça pra isso, Isabella. Minha cabeça tá doendo, meu corpo tá pesado… sem chance. Revirei os olhos mentalmente. Ela sempre tĂŁo dramática. Mas sorri. — NĂŁo quero saber! — puxei a mĂŁo dela com um jeitinho doce, quase maternal. — A gente tem que sair, nem que seja sĂł um pouco. Por favor! Por mim? Sabia que

