Capítulo 7 – Conflito de Sangue

1206 Words

O cheiro de fumo impregnava o ar do escritório. A madeira escura do ambiente parecia absorver o calor da discussão prestes a acontecer. Dante entrou com passos firmes, os olhos em brasa, como um vulcão prestes a romper séculos de silêncio. Seu Augusto estava sentado na poltrona de couro, com um copo de conhaque na mão e um charuto recém-acendido entre os dedos. Não se deu ao trabalho de levantar o olhar. — Então agora está entrando sem bater? — perguntou, com o tom calmo de quem está sempre no controle. — Vai me dizer que perdeu a educação junto com a coragem? Dante não respondeu. Fechou a porta com força, fazendo o barulho ecoar como um trovão preso naquele espaço sufocante. — Quero saber o que está acontecendo com aquela menina. Alana. Seu Augusto finalmente ergueu os olhos. Um bril

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