Ainda deitados, Brad os cobre com um lençol.
Ambos se viam abraçados, aproveitando o máximo do calor que seus corpos tinham, em especial quando estavam assim, tão colados um no outro.
Kat ergue seus olhos para Brad. Ele está tão quieto. As sobrancelhas unidas e o olhar distante demonstram que ele está pensativo.
— O que foi?
— Não posso te perder — ele murmura.
— Por que está dizendo isso? Aconteceu alguma coisa em Sidney?
Ele olha para o teto, mas Kat percebe que sua mente não está exatamente ali.
— Aconteceu, não foi? Por isso você voltou antes.
— Kat…
— Fala logo — ela exige, se sentando. — Você vai embora. Veio se despedir, não foi?
— Não, não é isso…
Kat não espera pela explicação e se ergue contrariada da cama. Começa a se vestir e sente Brad indo atrás dela.
— Amor, por favor, vem aqui.
Ela se vira de testa franzida.
— Você vai me falar o que está acontecendo?
Brad coça a cabeça e respira fundo.
— Vou sim, mas vem aqui, por favor.
Ele veste apenas a cueca e abraça Kat por trás. Sussurra em seu ouvido:
— Eu te amo de verdade, Kat, nunca achei que iria me apaixonar ou amar alguém. Eu não vou te perder, nem que para isso eu renuncie a tudo.
Kat vira de frente para ele.
— Então não me deixe no escuro. Preciso que não me esconda as coisas.
— Sim, você está certa. Vem cá.
Os dois vão para a sala e se sentam no sofá.
— Você sabe como funciona toda essa merda de máfia — começa Brad.
— Infelizmente sim.
— Então, eu já tenho idade para assumir o legado do meu pai.
— Entendi, então você vai embora para começar a assumir aos poucos, como Théo está fazendo em Darwin.
— Preciso, mas não será agora.
— Brad, que diferença faz daqui há uma semana ou um mês?
— Esse não é o maior problema. Eu terei que assumir daqui há um ano.
— Casamento, então.
Ele abaixa a cabeça.
— Sim.
Kat sente que seus olhos enchem d’água. Ficará sozinha de vez e, como disse Eve, estava desenvolvendo sentimentos por Brad. Isso foi um erro. Ela se levanta, reúne as roupas que se encontravam espalhadas pela cozinha e as usa para cobrir a nudez. Senta-se e calça os tênis.
— Kat — ele já estava em pé.
— Não, Brad, não quero ser a outra, nenhuma mulher merece isso.
— Meu amor, me escute, por favor.
— Chega, Brad!
— Eu não aceitei o noivado —ele explica depressa.
— Eu também não e olha o que precisei fazer da minha vida — Kat rebate.
— Amor, por favor, me escute — Brad a puxa para si. Segura o rosto de sua amada com delicadeza e a encara nos olhos. — Eu te amo demais. Sei que não podemos assumir nosso relacionamento para o meu pai, mas já falei para ele que tenho uma namorada e que a amo muito, que sou capaz de fazer qualquer coisa por ela. Eu não vou me casar com ninguém.
Brad dá um selinho em Kat.
— Só se for com você — ele acrescenta com um sorriso.
— Brad — ela ruboriza.
Então Brad a envolve com seu abraço. Ele logo sente as mãos de Kat em suas costas.
— Eu vou dar um jeito para que você possa voltar e assim eu vou te assumir, eu prometo.
— Eu não quero que você corra riscos.
— Eu não vou morrer. Vou bolar alguma coisa, confia. Você não tem noção do que eu senti ao ficar longe de você esses dias.
Ainda com sua amada nos braços, Brad a percebe soluçando e estremecendo. Ela chora.
— Você não pode... começar a... Você não pode começar a entrar no meu coração e depois ir embora.
— E eu não irei — ele afaga a cabeça da menina. — Eu vou tornar você a senhora Wilson.
— Eu te a...
Brad não a deixa concluir ao selar seus lábios com um beijo.
— Só quero ouvir isso quando vier do coração, quando for de verdade e você tiver certeza, não precisa pressa.
— Então tá — ela enxuga as lágrimas com o rosto corado. Dá de ombros. — Eu te adoro.
Ele ri. Os dois passam o fim de semana se amando. As meninas mandam mensagens para saber da amiga. Kat não resiste e conta que seu namorado está com ela.
Bem no fim do domingo, já a noite, quando a lua cheia se faz presente no céu estrelado, o celular de Brad começa a tocar. Ele atende.
— Fala, Brandon.
— Isso é jeito de falar com seu pai? — resmunga o velho.
— O melhor seria não ter que falar com você.
— Olha aqui, moleque...
— Tem algo produtivo para falar? — Brad boceja. — Eu estou ocupado agora.
— Vou te mandar alguns documentos. Preciso que analise e assine para mim, um desses você terá que escolher.
— Se for sobre aquele assunto...
— É sim, Brad, o conselho está me pressionando, o Jafari comunicou a eles a sua recusa e agora estão exigindo uma opção.
— Se vira, pai, você me deu 365 dias, agora seja homem e honre isso. Você não terá um retorno, já está avisado. Não antes do meu prazo acabar.
Kat está saindo do quarto quando vê Brad atirar o celular na parede. Ela se aproximo dele.
— O que houve? — pergunta com espanto.
— Nada, meu amor, esquece isso. Hum, tive uma ideia! Que tal irmos à praia?
Kat olha para o lado de fora antes de responder.
— Brad, já está tarde — e confere a hora no próprio celular.
— Não tem problema, princesa, é melhor porque teremos mais privacidade.
Os dois vão para o quarto. Kat coloca um biquíni. Percebe que Brad está louco para entrar no mar mesmo sendo noite.
Quando chegam na praia, notam que ainda há algumas pessoas. Ambos bebem água de coco e se deleitam com a vista do local.
— Vamos entrar água? — sugere Brad.
— Sabia, vim preparada — Kat ri.
Kat retira sua roupa. Por baixo, revela seu biquíni cortininha e a calcinha é fio dental.
— p**a que pariu — Brad fica de queixo caído.
— Que foi? — ela põe as mãos na cintura com deboche.
— Você está gostosa demais — ele lambe os lábios. — Vem cá.
— Vem você me pegar — ela dá uma piscadela.
A garota sai correndo em meio a risadas e Brad vai atrás dela. Consegue alcançá-la bem perto da água. Quando o rapaz encosta, Kat sente o p*u dele. Estava duro feito concreto.
— Uau, Brad…
— Culpa sua.
Os dois entram no mar. Ele anda com Kat na sua frente, abraçados, com a menina sentindo o tempo todo o m****o dele a pressionando. Isso a incendeia de dentro para fora.
— Brad – Kat o chama de modo sensual, virando-se de frente para o rapaz.
— Oi, princesa.
A menina sobe em seu colo. A jovem o sente cada vez mais. Sabe que está escorrendo de t***o. Aproxima-se do ouvido de Brad. Morde o lóbulo de sua orelha e sussurra:
— Preciso de você agora.
Foram palavras eficazes. Enquanto sussurra, sente o p*u dele mexer sozinho na cueca.
— Você me deixa doido — ele rosna.
Ambos vão mais para o fundo. O rapaz fica de frente para a praia e Kat de costas. Brad afasta a parte de cima do biquíni, deixando livres os m*****s pontudos da menina. Um deles vira alvo da boca de Brad. A sensação do calor de sua boca na água fria do mar a enlouquece.
— Humm — ela tomba a cabeça para trás, fechando os olhos para se deliciar.
— Quer mais? — pergunta, com o mamilo ainda na boca.
— Quero. Por favor.
E ele vai além. Cobre os s***s da menina, a beija e leva a mão até a sua i********e.
— Que quentinha — ele murmura.
Kat sente a boca encher d’água. Ele a deixava louca. Fora que a possibilidade de serem pegos deixava tudo ainda melhor.
— Quero ele, meu bem, preciso dele dentro de mim.
— Seu desejo é uma ordem, princesa.
Ele abaixa o short, liberando seu m****o. Brad a pega pela cintura e entra na menina.
— Ahhh — ela sorri e não teme ao gemer alto. — Delíciaaa!
— p***a, amor, alguém pode ouvir a gente!
Ela gargalha apertando o olhar.
— E quem disse que eu me importo? — ela retruca, rebolando em seu colo.
Brad a beija no mesmo instante, mas não deixa de comentar:
— Tinha gente olhando.
— Assim é melhor.
Brad solta a cintura da garota e se firma em seu pescoço. Se move mais rápido, diante da troca de amor que estão realizando. Kat sente como se seu corpo derretesse. A sensação de que a qualquer momento seriam vistos encheu a menina de um t***o fora do normal. Ela sente estar muito perto do ápice.
— Ohh Brad.
— Ahh Kat.
Não demora para que os dois alcancem juntos o nível máximo de prazer. Brad beija sua princesa para abafar os gemidos.
— Vamos para casa — ofega Brad. — Acho que preciso me deliciar mais.
— Era o que eu ia dizer — concorda Kat.