Matando as saudades

1117 Words
Kat ainda está nos braços de Thierry quando os homens de Mario aparecem. — Senhora, o que devemos fazer? — Arrumem o enterro dele, um enterro digno. Que ele seja enterrado na cachoeira, o lugar favorito dele era esse haras, principalmente a cachoeira. Avisem a agência para preparar tudo. — E o outro homem, senhora? Kat olha para o corpo de Oliver estirado ao chão. — Pode colocar fogo... — Kat, posso mandá-lo para casa? – Brad pergunta. Kat pensa por um instante. Realmente enviar o corpo de Oliver para Austrália era o certo a se fazer, assim Théo assumiria o poder dele e Kat estaria livre para se casar com o Thierry. — Pode sim, Brad, mas passa para o meu irmão o poder dele. Já sofremos muito por culpa dele. — Essa é a intenção, quem matou ele foi uma Harris, o poder tem que ser de um Harris. — Família, fiquem à vontade, vou mandar limpar aqui. Thi, vamos para o chalé buscar minhas coisas e voltamos. — Claro, meu amor – Thierry diz. — Brad, pode passar a noite aqui também, se quiser, tem bastante quarto espelhado por aqui. — Ok, obrigado, vou aceitar a oferta. Kat e Thierry foram ao chalé caminhando. Thierry conta a ela o que fez com a Priscila, como ele se juntou ao Brad para desmascará-la. Os demais ficaram na casa principal. Assim que eles entram no chalé, Thierry tranca a porta. Enfim, a sós, ele empurra Kat para a parede. — Eu estava com tanta saudade, meu amor. Eles se beijam até ficar sem fôlego. — Te quero, quero te fazer minha de novo. — Eu quero ser sua. Eu percebi que te amo, mais do que sabia que amava. — Não consigo viver sem você. — Eu te amo, Thierry Vossou, meu Apolo. — Eu te amo, Katrina Harris, minha Atena, eu sempre te amei. Ele a beija, começa a tirar a roupa da moça e ela a dele. Thiago a deixa de lingerie, pega ela no colo e a leva em direção ao quarto. Começa a distribuir beijos pelo seu corpo. — Que saudade desse corpo. — Ahh! Ele tira o sutiã dela, depois pega um par de algemas e uma venda. — Eu falei que ia te castigar... — Falou —ela morde o lábio ao ver os acessórios em suas mãos. — Vou te fazer gritar meu nome sem poder me tocar. — Hum. Ele coloca uma venda de seda vermelha em seus olhos, depois prende seus pulsos na cabeceira da cama. — Eu te amo. — Eu te amo. Ele beija o pescoço dela, desce os beijos pela clavícula, fazendo um caminho por seu corpo e distribui algumas leves mordidas, fazendo Kat arquear as costas e gemer. — Huumm. Ahhhh! Ele volta a beijar a barriga dela e dá mais algumas mordidas leves. — Vou marcar você toda, porque você é minha. Thiago leva a mão na i********e dela. — Molhadinha para mim, do jeitinho que eu gosto. Ele tira a calcinha de Kat, beija o seu pé e sobe os beijos até a coxa, onde ele morde. Depois, vai até a sua i********e e a beija. Ele se afasta. Kat fecha as pernas por instinto. — Deixa aberta, amor — seu tom é autoritário, um comando na verdade. Ela abre as pernas de novo, dessa vez, bem devagar, dando total visão da sua v****a para ele. Thiago volta ao meio dela e abre ainda mais as pernas de Kat. — É assim que eu quero. Não ouse se mexer. — Uhum. Ele começa a agradá-la. Kat começa a sentir um leve ardor. É gelado e ao mesmo tempo a incendeia. — Ahh. — Não goza, você não pode gozar ainda, eu não deixei. — Ahh Thierry — ela diz frustrada, porque o tanto que ele brincou, já a estava deixando a beira da ebulição. — Isso, grita meu nome, vai, assim que eu gosto. Ele dá um prazer tão intenso a ela, que Kat puxa as mãos querendo levar a mão na cabeça dele, mas as algemas não permitem. Logo sente suas pernas tremerem. — Ahhh amor... eu... vou... — Não, ainda não. Ele se afasta, Kat chega a choramingar de frustração. Mais uma vez foi impedida de atingir seu êxtase. — Ah, Thi. Ele coloca algo dentro dela, mas ela não vê em razão da venda, mas parece ser uma bolinha. Ele começa enfim a penetrá-la. — Ahhh. — Ahh que saudade de estar dentro de você. Ele começa a estocar e aquela bolinha que ele colocou dentro dela estoura. Kat sente pegar fogo dentro dela e ao mesmo tempo Thierry também sente. — p**a que pariu — Thierry fala. — Ahhh amorrr. Ele aumenta o ritmo do vai e vem e cada vez o calor aumenta. — Ahh p***a. Ele sai de dentro de kat e tira as algemas dela. — Vem aqui. Ele a coloca em seu colo, encaixando-a nele. Kat começa a cavalgar rápido. Aquela ardência a incendeia muito mais. — Ahhhh. — Ahhh, gostosa, cavalga no seu homem, vai. É possível escutar os corpos deles se colidindo rápido e as respirações ofegantes, os gemidos deles ecoam por todo o quarto. — Te quero de quatro, amor. Kat se levanta, fica na posição. Ele a puxa mais para a beirada da cama. Thierry fica em pé e entra em sua amada com rapidez. — c*****o, Kat! — Ahhh, p***a amor, vai! Ele mete mais forte, mais fundo e mais rápido. — Ahhh eu não aguento mais, amor, eu preciso... eu vou... — Goza, gostosa, agora, eu também vou gozar. Ele mete mais e lhe dá um tapa na b***a que é como se falasse agora... — AHHHH THIERRY! — OHHHHH KATIII! Ele a preenche toda. Ainda mete mais algumas vezes, só que dessa vez, de forma lenta. Depois, se retira de dentro dela. — Eu te amo, meu amor — Eu também te amo, minha vida. Ele a beija e eles se deitam um pouco. Thierry faz carinho na cabeça de Kat, que ele puxou para o peito dele. — O que foi tudo isso? — t***o acumulado, halls preto, bolinha de sensação esquenta e esfria, saudade, medo de te perder e sem contar que naturalmente você me leva a loucura. — Não quero mais ficar longe de você. — Não vamos, vamos nos casar na Grécia no final do mês. — Certo, eu quero ser sua para sempre. — E eu quero ser seu. Eles se levantam, tomam banho, se vestem, juntam as coisas de Kat e seguem para a casa principal. Ao chegar lá, não demora e o jantar é servido. Depois vão todos dormir.
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