Kat ainda está nos braços de Thierry quando os homens de Mario aparecem.
— Senhora, o que devemos fazer?
— Arrumem o enterro dele, um enterro digno. Que ele seja enterrado na cachoeira, o lugar favorito dele era esse haras, principalmente a cachoeira. Avisem a agência para preparar tudo.
— E o outro homem, senhora?
Kat olha para o corpo de Oliver estirado ao chão.
— Pode colocar fogo...
— Kat, posso mandá-lo para casa? – Brad pergunta.
Kat pensa por um instante. Realmente enviar o corpo de Oliver para Austrália era o certo a se fazer, assim Théo assumiria o poder dele e Kat estaria livre para se casar com o Thierry.
— Pode sim, Brad, mas passa para o meu irmão o poder dele. Já sofremos muito por culpa dele.
— Essa é a intenção, quem matou ele foi uma Harris, o poder tem que ser de um Harris.
— Família, fiquem à vontade, vou mandar limpar aqui. Thi, vamos para o chalé buscar minhas coisas e voltamos.
— Claro, meu amor – Thierry diz.
— Brad, pode passar a noite aqui também, se quiser, tem bastante quarto espelhado por aqui.
— Ok, obrigado, vou aceitar a oferta.
Kat e Thierry foram ao chalé caminhando. Thierry conta a ela o que fez com a Priscila, como ele se juntou ao Brad para desmascará-la. Os demais ficaram na casa principal. Assim que eles entram no chalé, Thierry tranca a porta. Enfim, a sós, ele empurra Kat para a parede.
— Eu estava com tanta saudade, meu amor.
Eles se beijam até ficar sem fôlego.
— Te quero, quero te fazer minha de novo.
— Eu quero ser sua. Eu percebi que te amo, mais do que sabia que amava.
— Não consigo viver sem você.
— Eu te amo, Thierry Vossou, meu Apolo.
— Eu te amo, Katrina Harris, minha Atena, eu sempre te amei.
Ele a beija, começa a tirar a roupa da moça e ela a dele. Thiago a deixa de lingerie, pega ela no colo e a leva em direção ao quarto. Começa a distribuir beijos pelo seu corpo.
— Que saudade desse corpo.
— Ahh!
Ele tira o sutiã dela, depois pega um par de algemas e uma venda.
— Eu falei que ia te castigar...
— Falou —ela morde o lábio ao ver os acessórios em suas mãos.
— Vou te fazer gritar meu nome sem poder me tocar.
— Hum.
Ele coloca uma venda de seda vermelha em seus olhos, depois prende seus pulsos na cabeceira da cama.
— Eu te amo.
— Eu te amo.
Ele beija o pescoço dela, desce os beijos pela clavícula, fazendo um caminho por seu corpo e distribui algumas leves mordidas, fazendo Kat arquear as costas e gemer.
— Huumm. Ahhhh!
Ele volta a beijar a barriga dela e dá mais algumas mordidas leves.
— Vou marcar você toda, porque você é minha.
Thiago leva a mão na i********e dela.
— Molhadinha para mim, do jeitinho que eu gosto.
Ele tira a calcinha de Kat, beija o seu pé e sobe os beijos até a coxa, onde ele morde. Depois, vai até a sua i********e e a beija. Ele se afasta. Kat fecha as pernas por instinto.
— Deixa aberta, amor — seu tom é autoritário, um comando na verdade.
Ela abre as pernas de novo, dessa vez, bem devagar, dando total visão da sua v****a para ele. Thiago volta ao meio dela e abre ainda mais as pernas de Kat.
— É assim que eu quero. Não ouse se mexer.
— Uhum.
Ele começa a agradá-la. Kat começa a sentir um leve ardor. É gelado e ao mesmo tempo a incendeia.
— Ahh.
— Não goza, você não pode gozar ainda, eu não deixei.
— Ahh Thierry — ela diz frustrada, porque o tanto que ele brincou, já a estava deixando a beira da ebulição.
— Isso, grita meu nome, vai, assim que eu gosto.
Ele dá um prazer tão intenso a ela, que Kat puxa as mãos querendo levar a mão na cabeça dele, mas as algemas não permitem. Logo sente suas pernas tremerem.
— Ahhh amor... eu... vou...
— Não, ainda não.
Ele se afasta, Kat chega a choramingar de frustração. Mais uma vez foi impedida de atingir seu êxtase.
— Ah, Thi.
Ele coloca algo dentro dela, mas ela não vê em razão da venda, mas parece ser uma bolinha. Ele começa enfim a penetrá-la.
— Ahhh.
— Ahh que saudade de estar dentro de você.
Ele começa a estocar e aquela bolinha que ele colocou dentro dela estoura. Kat sente pegar fogo dentro dela e ao mesmo tempo Thierry também sente.
— p**a que pariu — Thierry fala.
— Ahhh amorrr.
Ele aumenta o ritmo do vai e vem e cada vez o calor aumenta.
— Ahh p***a.
Ele sai de dentro de kat e tira as algemas dela.
— Vem aqui.
Ele a coloca em seu colo, encaixando-a nele. Kat começa a cavalgar rápido. Aquela ardência a incendeia muito mais.
— Ahhhh.
— Ahhh, gostosa, cavalga no seu homem, vai.
É possível escutar os corpos deles se colidindo rápido e as respirações ofegantes, os gemidos deles ecoam por todo o quarto.
— Te quero de quatro, amor.
Kat se levanta, fica na posição. Ele a puxa mais para a beirada da cama. Thierry fica em pé e entra em sua amada com rapidez.
— c*****o, Kat!
— Ahhh, p***a amor, vai!
Ele mete mais forte, mais fundo e mais rápido.
— Ahhh eu não aguento mais, amor, eu preciso... eu vou...
— Goza, gostosa, agora, eu também vou gozar.
Ele mete mais e lhe dá um tapa na b***a que é como se falasse agora...
— AHHHH THIERRY!
— OHHHHH KATIII!
Ele a preenche toda. Ainda mete mais algumas vezes, só que dessa vez, de forma lenta. Depois, se retira de dentro dela.
— Eu te amo, meu amor
— Eu também te amo, minha vida.
Ele a beija e eles se deitam um pouco. Thierry faz carinho na cabeça de Kat, que ele puxou para o peito dele.
— O que foi tudo isso?
— t***o acumulado, halls preto, bolinha de sensação esquenta e esfria, saudade, medo de te perder e sem contar que naturalmente você me leva a loucura.
— Não quero mais ficar longe de você.
— Não vamos, vamos nos casar na Grécia no final do mês.
— Certo, eu quero ser sua para sempre.
— E eu quero ser seu.
Eles se levantam, tomam banho, se vestem, juntam as coisas de Kat e seguem para a casa principal. Ao chegar lá, não demora e o jantar é servido. Depois vão todos dormir.