Isabela💋

850 Words
Esse mĂȘs Ă© o mĂȘs inteirinho de fĂ©rias, vou aproveitar muito, >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> Chego na minha rua e passo por um motoboy de entrega Entregador - Ei - olho vendo Henrique na moto - nĂŁo ia nem falar comigo? - ri levantando o capacete e vejo seu rosto que Ă© lindo como imaginei, acho que eu nunca vi um homem tĂŁo bonito - Ah oi, nem te vi aĂ­ - sorrio - veio entregar comida por aqu? Henrique - sim, isso Ă© uma coisa boa que eu jĂĄ sei onde vou te buscar- brinca - verdade, quer entrar pra tomar um suco ou comer alguma coisinha? Henrique- jĂĄ que vocĂȘ insiste- fala descendo da moto, entramos em casa e chamo minha vĂł que aparece VĂł - AĂ­ meu coração, eu nĂŁo acredito que vocĂȘ trouxe seu namorado Isabela? - diz alegre - ele nĂŁo Ă© meu namorado vĂł VĂł- O QUÊ? - me olha incrĂ©dula - eu e o henrique sĂł estamos nos conhecendo VĂł- ah Ă©? - confirmo com a cabeça e ela sorri indo atĂ© ele - mesmo assim seja bem-vindo meu filho a famĂ­lia Henrique - obrigado, mais a senhora ficou toda alegre sĂł por que a Isa tĂĄ namorando? Todo namorado a senhora fica assim? VĂł- kkkkkkk - os dois se sentam no sofĂĄ e ela começa a ri,ele fica cheio de vergonha - kk vocĂȘ Ă© o primeiro homem que ela traz aqui kk, Isabela Ă© atĂ© virgem ainda - diz parando de rir e sinto meu rosto queimar - VÓ, QUE ISSO FALANDO DA MINHA i********e - Henrique me olha sorrindo Henrique - SĂ©rio Isa que vocĂȘ nunca deu pra ninguĂ©m? - pergunta e eu saio dali pra cozinha, minha vĂł traz ele fazendo ele sentar na minha frente da mesa redonda e continua a rir da minha cara VĂł - vou sair e deixar vocĂȘs a vontade - pega a bolsa - ah sĂł uma coisinha, usem camisinha kkkk - VÓ - repreendo ela - me desculpa Henrique pela minha vĂł Henrique- ela Ă© gente boa, atĂ© me passou uma parada uma parada interessante - o que ela falou? Quer almoçar?- pergunto e ele confirma Henrique - Disse que vocĂȘ Ă© lacrada ainda - vejo seu sorriso crescer - Ă© verdade isso? VocĂȘ nunca transou com ninguĂ©m? - vamos deixar essa conversa pra depois nĂ© - coloco o nosso almoço e me sento - esquece isso Henrique - Ă© impossĂ­vel isso, vocĂȘ gata desse jeito ser lacradinha, vocĂȘ Ă© Bela? - AÍ HENRIQUE, EU SOU, EU NUNCA DEI PRA NINGUÉM TA BOM AGORA? - falo encarando ele e seu sorriso morre Henrique - beleza e desculpa, nĂŁo queria te estressar, valeu pelo rango branquinha mais tĂŽ sem fome - levanta saindo e indo pra sala e eu me sinto m*l, nĂŁo devia ter falado assim - espera Henrique, eu nĂŁo devia ter falado assim, eu fiquei com raiva por que todo mundo zoa comigo por causa disso - seguro seu braço impedido que ele saia - vem almoçar, assim a gente se conhece melhor - sorrio Henrique - nĂŁo valeu, nĂŁo to afim de conhecer ninguĂ©m- responde puxando seu braço, entro na sua frente e olho pra ele segurando seu rosto - fica por favor, eu vou me sentir mau, eu quero te conhecer, sĂł estou estressada, ficar?- falo Henrique- tĂĄ bom - responde com a cara fechada e eu sorrio levando ele de volta pra cozinha, ele começa a comer e eu percebo sua dificuldade pra comer com a faca e o garfo, pego uma colher e dou a ele que nĂŁo fala nada, nem me olha - vocĂȘ trabalha a quanto tempo como Entregador? Henrique - 5 anos - responde - nossa, Ă© muito tempo, vocĂȘ tem quantos anos? Henrique- pra vocĂȘ nĂŁo ficar perguntando toda hora eu vou te falar - para de comer e finalmente me olha- meu nome Henrique, 25 anos, Entregador, moro na favela. - agora sou eu - ele desvia o olhar pra comida- Isabela, 20 anos, Recepcionista - termino de falar e ficar um silĂȘncio matador - seus pais sĂŁo daqui ou de outr.... Henrique - valeu pelo rango, tava mĂł bom - diz e sai, corro atrĂĄs dele e ele esta ligando a moto - nosso encontro ainda tĂĄ de pĂ©? - encosto minha mĂŁo no seu braço forte Henrique - NĂŁo- responde - vou atĂ© te bloquear pra vocĂȘ nĂŁo pensar que eu tĂŽ atrĂĄs de tu por que Ă© virgem, na verdade eu nem sei, pra mim nĂŁo coloram o p*u mais colocaram a boca - diz e me sinto humilhada, sinto lĂĄgrimas nos olhos mais tambĂ©m raiva - entĂŁo procura as que dĂŁo o c.u - falo e empurro ele que sai voando dali, entro pra casa e minha vĂł chega VĂł - E aĂ­ filha - culpa sua vĂł que ele foi embora, se a senhora nĂŁo tivesse tido que eu era virgem, eu nĂŁo me estressaria e faria ignorĂąncia com ele - saio dali indo pro meu quarto, sĂł agora percebi que estou sem calcinha, minha calcinha ficou no consultĂłrio.
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