Esse mĂȘs Ă© o mĂȘs inteirinho de fĂ©rias, vou aproveitar muito,
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Chego na minha rua e passo por um motoboy de entrega
Entregador - Ei - olho vendo Henrique na moto - nĂŁo ia nem falar comigo? - ri levantando o capacete e vejo seu rosto que Ă© lindo como imaginei, acho que eu nunca vi um homem tĂŁo bonito
- Ah oi, nem te vi aĂ - sorrio - veio entregar comida por aqu?
Henrique - sim, isso Ă© uma coisa boa que eu jĂĄ sei onde vou te buscar- brinca
- verdade, quer entrar pra tomar um suco ou comer alguma coisinha?
Henrique- jĂĄ que vocĂȘ insiste- fala descendo da moto, entramos em casa e chamo minha vĂł que aparece
VĂł - AĂ meu coração, eu nĂŁo acredito que vocĂȘ trouxe seu namorado Isabela? - diz alegre
- ele nĂŁo Ă© meu namorado vĂł
Vó- O QU� - me olha incrédula
- eu e o henrique sĂł estamos nos conhecendo
VĂł- ah Ă©? - confirmo com a cabeça e ela sorri indo atĂ© ele - mesmo assim seja bem-vindo meu filho a famĂlia
Henrique - obrigado, mais a senhora ficou toda alegre sĂł por que a Isa tĂĄ namorando? Todo namorado a senhora fica assim?
VĂł- kkkkkkk - os dois se sentam no sofĂĄ e ela começa a ri,ele fica cheio de vergonha - kk vocĂȘ Ă© o primeiro homem que ela traz aqui kk, Isabela Ă© atĂ© virgem ainda - diz parando de rir e sinto meu rosto queimar
- VĂ, QUE ISSO FALANDO DA MINHA i********e - Henrique me olha sorrindo
Henrique - SĂ©rio Isa que vocĂȘ nunca deu pra ninguĂ©m? - pergunta e eu saio dali pra cozinha, minha vĂł traz ele fazendo ele sentar na minha frente da mesa redonda e continua a rir da minha cara
VĂł - vou sair e deixar vocĂȘs a vontade - pega a bolsa - ah sĂł uma coisinha, usem camisinha kkkk
- VĂ - repreendo ela - me desculpa Henrique pela minha vĂł
Henrique- ela é gente boa, até me passou uma parada uma parada interessante
- o que ela falou? Quer almoçar?- pergunto e ele confirma
Henrique - Disse que vocĂȘ Ă© lacrada ainda - vejo seu sorriso crescer - Ă© verdade isso? VocĂȘ nunca transou com ninguĂ©m?
- vamos deixar essa conversa pra depois né - coloco o nosso almoço e me sento - esquece isso
Henrique - Ă© impossĂvel isso, vocĂȘ gata desse jeito ser lacradinha, vocĂȘ Ă© Bela?
- AĂ HENRIQUE, EU SOU, EU NUNCA DEI PRA NINGUĂM TA BOM AGORA? - falo encarando ele e seu sorriso morre
Henrique - beleza e desculpa, nĂŁo queria te estressar, valeu pelo rango branquinha mais tĂŽ sem fome - levanta saindo e indo pra sala e eu me sinto m*l, nĂŁo devia ter falado assim
- espera Henrique, eu não devia ter falado assim, eu fiquei com raiva por que todo mundo zoa comigo por causa disso - seguro seu braço impedido que ele saia - vem almoçar, assim a gente se conhece melhor - sorrio
Henrique - não valeu, não to afim de conhecer ninguém- responde puxando seu braço, entro na sua frente e olho pra ele segurando seu rosto
- fica por favor, eu vou me sentir mau, eu quero te conhecer, sĂł estou estressada, ficar?- falo
Henrique- tå bom - responde com a cara fechada e eu sorrio levando ele de volta pra cozinha, ele começa a comer e eu percebo sua dificuldade pra comer com a faca e o garfo, pego uma colher e dou a ele que não fala nada, nem me olha
- vocĂȘ trabalha a quanto tempo como Entregador?
Henrique - 5 anos - responde
- nossa, Ă© muito tempo, vocĂȘ tem quantos anos?
Henrique- pra vocĂȘ nĂŁo ficar perguntando toda hora eu vou te falar - para de comer e finalmente me olha- meu nome Henrique, 25 anos, Entregador, moro na favela.
- agora sou eu - ele desvia o olhar pra comida- Isabela, 20 anos, Recepcionista - termino de falar e ficar um silĂȘncio matador - seus pais sĂŁo daqui ou de outr....
Henrique - valeu pelo rango, tava mĂł bom - diz e sai, corro atrĂĄs dele e ele esta ligando a moto
- nosso encontro ainda tå de pé? - encosto minha mão no seu braço forte
Henrique - NĂŁo- responde - vou atĂ© te bloquear pra vocĂȘ nĂŁo pensar que eu tĂŽ atrĂĄs de tu por que Ă© virgem, na verdade eu nem sei, pra mim nĂŁo coloram o p*u mais colocaram a boca - diz e me sinto humilhada, sinto lĂĄgrimas nos olhos mais tambĂ©m raiva
- entĂŁo procura as que dĂŁo o c.u - falo e empurro ele que sai voando dali, entro pra casa e minha vĂł chega
VĂł - E aĂ filha
- culpa sua vĂł que ele foi embora, se a senhora nĂŁo tivesse tido que eu era virgem, eu nĂŁo me estressaria e faria ignorĂąncia com ele - saio dali indo pro meu quarto, sĂł agora percebi que estou sem calcinha, minha calcinha ficou no consultĂłrio.