Capítulo 7

557 Words
Bianca Não pude deixar de notar o jeito que ele olhou para mim desde que saímos da minha casa. Ele me olhava como se fosse me comer com os olhos , não que eu não queira, mas tudo no seu tempo. Um amor entre a gente seria impossível, até porque romance entre aluna e professor não presta e nem deve existir. A cada sorriso dele, minha deusa interior dava sinal de vida, por que ele tem esse efeito sobre mim? Por que ele tem que ser tão gostoso assim? Oh minha Nossa Senhora dos homens perfeitos me ajuda aí. -Chegamos. Diz ele com aquele sorriso maravilhoso. -Ah que bom. Digo sorrindo, dando graças a Deus por não ter que ficar mais um minuto dentro daquele carro com ele. Quando entrei em sua casa não pude deixar de perceber, que casa perfeita, toda de vidro , com móveis rústicos. Não podia negar, ele tinha muito bom gosto. -Entre e fique a vontade senhorita Bianca. Diz me dando passagem. -Obrigada. Senhor Rodrigo sua casa é muito linda. Digo olhando encantada para todos os lados. -Obrigada senhorita. São seus olhos . -Não mesmo. Digo sorrindo. -Meu filho você chegou? Diz duas pessoas descendo da escada. Não pera. São os pais dele? -Oi mãe, pai. E sim já cheguei. -E quem é essa moça linda, é sua namorada? Ou outra ficante sua? Não pude deixar de ficar triste, poxa ele tinha que ficar com uma qualquer? Mas tudo bem, se ele quer assim tudo bem, mas nunca vai ter nada comigo. Até porque não tenho o direito de ficar chateada , sendo que não sou nada dele. -Não mãe. Ela é minha aluna, só veio fazer uma aula de reforço comigo. -Ah meu filho achei que fosse sua namorada...que pena que não é, saiba que gostei muito de ti , você parece a Branca de Neve. Diz ela. -Mãe. Repreende Rodrigo. -Não, tudo bem Rodrigo. Obrigada senhora, mas são seus olhos. -Que nada, é sua beleza natural mesmo. Filho irei sair com seu pai entendeu? -Sim senhora. -Até princesa. Diz a mãe dele a mim. -Até senhora. Digo sorrindo. -Desculpe pela minha mãe, ela fala muito às vezes. -Não tudo bem. Ela é um amor de pessoa. -Você acha isso? -Sim acho. Por que? -Não, por nada, porque todas que vem aqui em casa falam que ela é chata e tudo mais. Ah não perai. Ele tá me comparando com as vadias que ele come? É isso mesmo? -Entendi. Mas não me compare com as vadias que você come. Entendeu? -Ciúmes garota? Diz me prensando na parede. -Jamais. Só não sou qualquer uma ,sou? -Claro que não, você é única. -Que bom que acha isso. Digo dando de perto dele. -Bom vamos almoçar? -Olha na verdade, não estou com apetite. Confesso. - O mundo vai acabar, você sem fome? Diz sorrindo. -Para. Digo dando um tapinha em seus braços. -Coma nem que seja um pouco tudo bem? - Tá bem. Não pude deixar de notar que a comida estava maravilhosa, ele sentado ao meu lado em uma mesa quadrada de vidro , linda por sinal, até que sinto uma mão em minha perna e sinto todos os pelos do meu corpo se arrepiarem. Que droga! Agora vai dar merda ! Eu sozinha com o deus grego não era uma boa ideia.
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