Capítulo XXIV

211 Words

Ezequiel estava em pé na varanda de sua suíte, em seu majestoso castelo, segurando uma taça de cristal que continha um líquido vermelho e viscoso. Ao sentir o líquido descer por sua garganta, seus olhos pareciam se tornar ainda mais negros. Estava inquieto, sabia que a roda do destino estava a girar e podia quase sentir o cheiro de sangue no ar. Não o sangue que acabara de beber, mas o cheiro de violência, de fúria. Em seus séculos de vida, Ezequiel testemunhou muitas guerras, muitas catástrofes... Os traidores do conselho estavam fazendo suas jogadas, enquanto outros Lordes permaneciam na mais perigosa das ingenuidades. Ignorância e ingenuidade, uma mistura fatal. Mas se as velhas raposas pensavam que estavam acima de qualquer suspeita, se enganavam. Ezequiel conhecia o jogo e estava pre

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