Prostibulo

2102 Words
Hadassa Solano Brasil- Rio de Janeiro Mais um dia de luta, levanto-me da cama diposta, mesmo ter ouvido o barulho do vibrador de Isis que é muito irritante. Almeida já entrou no quarto com suas provocações, e pelo menos hoje eu não serei castigada outra vez, já que eu fui chamada para uma orgia em uma despedida de solteiro, claro algumas meninas se ofereceram para ir comigo, mas Almeida como sempre diz; É somente eu, porque Almeida faz questão de eu ir sozinha nesses encontros? Aqui só funciona a noite., a não ser quando tem algum cliente especial, mas fora isso, tiramos o dia pala limpar esse lugar todo e coitada da Isis é a que mais sofre, Almeida por achar ela fraca com homens por conta da sua idade, faz ela limpar a bancada do bar que é enorme sozinha, e os banheiros daqui, sem que o deagraçado perceba, eu termino de limpar a minha parte rápido, para ajuda-la, e não posso deixar de mencionar que eu já fui castigada por isso umas três vezes, foi quando ele viu eu ajudando ela. Algumas meninas ajudam, mas isso é raro acontecer, e prefiro que não ajudem, porque mas a frente, elas usam como chantagem, só que isso não cola e muito com Isis, como diz nos brasileiro, ela é macaca velha, Caroline se diverte dançando no Mallakhamb (poste) e mesmo estando errada, por não está fazendo o seu trabalho, ela nos diverte com suas palhaçadas, fazendo mímica no poste, não somos amigas, como eu sou da Ísis, mas somos parceiras no trabalho, mesmo com as invejas rolando solto, elas ainda são legais para se distrair, mas a distração acaba com o Almeida entrando igual um furacão, Caroline sai do poste com um semblante amedrontado, todos nós sabemos o quanto o Almeida é exigente de chegar a ser chato, na hora dos nossos serviços tanto quanto arrumar aqui o local e a noite, ele fala que temos que ser profissional, e o direito de se distrair é quando tudo já estiver organizado, ou seja, não temos tempo para isso, porque nós limpamos tudo, aí sobra uma hora de descanso, para mais uma batalha a noite, e o nosso turno até as cinco horas da manhã, e acordamos no máximo dez horas para descanso, ou seja, não temos distração nenhuma, apenas vivemos para trabalhar e não ganhar quase nada, e se pedirmos para ir embora daqui ou tentar fugir, eles castiga severamente, quando entramos aqui, sabemos que apenas sairemos daqui morta, ou se algum homem nos comprar, mas isso só sabemos tempos depois, no começo é tudo uma maravilha. Uma colega de profissão a alguns meses atrás, tentou fugir por contra própria, ela descobriu a gravidez e tentou fugir, Almeida junto com seus capangas a pegaram e mataram em nossa frente, depois disso, tivemos a certeza que nosso destino é aqui, mas um dia, ou eu mato esse homem e saio daqui, ou tento fazer um plano para mudar isso, se precisar, eu taco fogo aqui dentro, o único problema é que não temos outro fundo de renda. - Caroline! Para a minha sala agora!- Os olhos dela já está marejado, eu sei muito bem oque vai acontecer com ela, eu já passei por tudo isso, e sinceramente só em pensar nesta possibilidade, meu corpo se contrai sozinho. Ela sai com a cabeça encurvada, andando direto para a sala que na verdade é a famosa sala de tortura, todo mês eu passo por essa sala, mesmo estando certa. Não consigo dizer nunca; Graças a Deus, não passei por essa semana aqui, mas infelizmente minha vida já é destinada a esse lugar, mas eu tenho fé que algum dia eu possa sair daqui, com o meu próprio dinheiro, mas para isso eu preciso trabalhar bastante. E oque mas entristece? É que trabalho o tempo todo aqui, sendo espancada ou violentada por clientes ou pelo próprio Almeida, e se eu quiser ir embora por conta própria tenho que pagar uma fortuna, com o próprio dinheiro que eu ganhei com o próprio mérito meu, usando o meu corpo de todas as formas. Ouvimos gritos, choros, e a voz dela ecoando pelo prostibulo pedindo socorro, todas as meninas aqui não indaga nem uma palavra, continuo com os meus afazeres e a Isis com a dela, e esse escândalo todo está me incomodando, mas infelizmente eu não posso fazer nada, ninguém apanha no meu lugar, exceto Isis que nas primeiras vezes que eu fui castigada, ela se ofereceu para ir no meu lugar, Almeida não fez questão, mas eu que não a deixei ir, ela não merece passar por isso, e é reciproco, eu já apanhei por ela, fiquei umas duas semanas de cama, se eu deixasse Isis ir, ela não teria resistido, e eu me sentiria culpada, aqui somos uma pela outra, e fico bem mais aliviada em saber que Isis não está sendo castigada. O silêncio reina, e eu termino de limpar as cadeiras e vou ajudar Isis na Bancada, ela é todo mundo está tenso, como eu. Eu quero tanto falar alguma coisa, mas a tensão que está aqui dentro eu prefiro ficar na minha, hoje Isis conseguiu dá uma boa adiantada aqui, então acabamos rápido, nós duas e mais quatro meninas que é de outra sala, foi também para o seu devidos quartos porque também já terminaram o seus afazeres, chegamos em nosso quarto e consigo ouvir o suspiro alto da Isis ao meu lado, e vejo ela apontando o dedo para a minha cama, olho para a cama e ali está Caroline deitada toda machucada, olho para Isis sem saber oque fazer, e ela aponta com a cabeça para a caixa de primeiros socorros, bufo, não por negar ajuda, é que quando é a minha vez, eu só ganho risada, mas não pago na mesma moeda, então vou até a caixa e sigo andando até ela, e a chamo. - Carol, se levanta, vou limpar seus ferimentos.- A chamo e a mesma me olha com o seus olhos todos inchado. - Desculpe, por eu ter me deitado em sua cama, é que... Você e a Isis é tão unidas, e diferente das outras meninas, achei que alguma de vocês duas poderiam me ajudar. Sua voz sai quase em susurro enquanto eu vou molhando o esparadrapo com soro e passando em suas feridas, observo suas caretas de dor, e continuo limpando. -É isso que eu comento com a Ísis, Carol, oque adianta ter varios amigos aqui é não ter ninguém a recorrer na hora que mais precisa? Toda semana eu estou sendo torturada, e muita das vezes eu não fiz nada e sou a culpada, porque você e suas amigas sempre apontam o dedo em minha direção, e no final ainda rir de mim com dor, por isso que eu e Ísis somos unidas, é uma pela a outra, quantas vezes eu apanhei por ela! E faço isso de coração aberto, porque eu não aguentaria ver minha amiga sofrendo, e ainda mas com a idade avançada que ela tem, e hoje você passou por tudo oque eu passo, e veio recorrer a uma pessoa que tu faz questão de rir, entenda, as meninas que você fica ao o tempo todo bajulando, não está nem ai pra você, são tudo falsas, ali é uma por uma- Indago, passando desta vez uma pomada cicatrizante- Entenda, não estou pedindo para você ficar comigo e a Ísis, na verdade eu não faço nem questão, é apenas para te mostrar, que tudo você faz ou fala, vai e volta, nunca desejamos o m*l de ninguém, não sabemos o dia de amanhã, você teve sorte por eu e Ísis ser uma pessoa bondosa, se não eu já estaria pagando tudo com a mesma moeda, mas eu escolho o bem Carol, e por isso que eu estou aqui ajudando você de coração aberto.- Inquiro com um sorriso acolhedor. Não falei tudo isso para ela, por m*l, foi apenas para avisar que essa vida gira em torno de todo mundo, oque você faz, você paga, eu sei oque ela está passando, com certeza ela foi violentada, é somente isso que o Almeida sabe fazer, eu poderia falar palavras de conforto a ela, como a Isis sempre fala comigo, mas essa foi a minha deixa para eu falar tudo que estava engasgado na minha garganta, eu espero realmente que ela muda esse carate que ela tem. Já terminei de fazer seus devidos curativos, e Isis deu a ela dois comprimido de dor, deixei ela descansar em minha cama, e vou deitar ao lado da Isis, na mesma cama que ela. [...] Caroline ainda continua dormindo, geralmente quem recebe castigo, não trabalha no dia, Almeida fez questão de vir no quarto e olhar a garota dormindo em minha cama, e lembra do trabalho que eu tenho fora desse lugar hoje, as únicas coisa boa disso, é que eu vou ganhar um dinheiro extra sem o Almeida saber e vou olhar a rua por dentro do carro, sou levada por um dos seus capangas, Almeida faz questão disso. Visto-me um vestido vermelho sangue, e faço uma maquiagem bem ousada arrancando palmas da Isis com um sorriso estonteante. Olho meu corpo no espelho, e observo o quanto eu sou linda, pelo menos isso né, sento-me na cama da Ísis cuidadosamente para o meu vestido não amassar, e preparo-me psicologicamente para a noite. Almeida entra no quarto sem bater com um sorriso parecendo que ganhou na telecena, isso me irrita demais. - Pronta para a Orgia minha Angel?- Eu repito mentalmente umas três vezes que não sou dele, Almeida fala isso para me provocar, suspiro baixinho e abro um pequeno sorriso debochado. - Sempre! Seu capeta!- Vocifero e ele rir, dou um abraço em Isis e pego minha bolsinha na cadeira e vou em direção ao Almeida e saio do quarto. Ele me acompanha até a saída com um dos seus capangas me esperando encostado no carro, e sou segurada pelo cabelo a força e solto um gemido de dor. - Não aceito nenhuma reclamação, faça o seu trabalho direito! Se não você já sabe para onde tu vai quando chegar.- Vocifera ele cuspindo em meu rosto. Ah como eu odeio esse maldito, um dia ele me paga por tudo isso, aceno com a cabeça e entro no carro junto com o infeliz do capanga, o carro entra em movimentação, e vou olhando a paisagem do Rio de Janeiro, que saudades, não vejo a hora de por meus pés na areia da praia, não vejo a hora de sair andando por aí livremente, quando que vai chegar a minha liberdade? Ou será vou viver o resto da minha vida em um prostibulo? O carro para em um hotel luxuoso, o motorista abre a porta pra mim, e saio olhando cada lugar, olho tudo o lugar encantada, e o capanga vem até a mim, ele finge ser um cavaleiro e põe a mão em minhas costas e me guia até a recepção, encosto-me no balcão enquanto a recepcionista liga para o quarto onde eu vou, e rapidamente dá o número do quarto que é 502, seguimos em direção ao elevador, e poucos minutos paramos na porta da onde eu tenho que entrar, ele aperta a campainha, e logo em seguida um homem vestindo apenas uma toalha enrolada em sua cintura aparece na porta, ele é alto, moreno, dos olhos escuro, cabelo castanho e sua barba bem feita, afinal, ele é muito gostoso, espero que os outros sejam assim também, sinto seus olhares queimarem o meu corpo todo, e pela árvore de Natal que a minha b3c3ta quis criar agora, ele é o meu preferido está noite, olho para ele e me vejo sentando em todas as posições. -Entre!- Sibila com sua voz sensual. -Obrigado!- Sorrio e vou olhando ao redor, e oque atrai mas a minha atenção é o poste de pole dance, e um homem dançando sensualmente ali, hoje eu infarto neste lugar, se não fosse isso, minha vida estaria uma merda aqui. - Tenham um bom apetite!- O capanga do Almeida diz para o gostosão a minha frente, e sai. Esse também está na minha lista n***a, mas nesse momento eu só quero começar e acabar com tudo isso. Sem aviso prévio ele levanta meu vestido colocando sua mão em minha i********e, e o empurro até o sofá - Calma aí bonitão, quem começa primeiro sou eu!- Falo jogando ele em cima do sofá e levantando meus pés até o seu ombro e me apoiando, e retiro meu vestido. Ah Almeida, hoje você não terar reclamação minha!
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