Havia se passado três meses,Yuuji estava com nove meses de gravidez,sua barriga estava imensa,as costelas do rosado pediam socorro.
Megumi estava novamente tratando Yuuji como se eles fossem um casal.O moreno nunca tentou o beijar novamente,apenas o abraçava e dava carinho em seu cabelo,até pelo menos Sukuna dominar seu corpo,fazendo ele se afastar irritado.
Isso funcionou de certo modo,mas logo Sukuna parou oque fazia pois a gravidez já estava no estágio avançado.
Yuuji estava com medo,o mesmo não sabia se Megumi iria chamar alguém pra ajudar em seu parto,ou ele própria faria isso.Ele próprio fazer isso era algo improvável.
Yuuji ficava a todo momento com a mão em sua barriga,sentindo sua filha se mexer,fazendo o mesmo sorrir.
— Amor? – chamou Megumi entrando na porta,Yuuji apenas bufou mas não se mexeu,o moreno ignorou e sorriu – nossa filha logo vai nascer – disse ele se aproximando e tocando sua barriga
Yuuji não fez nenhum movimento,o mesmo tinha receio do que Megumi poderia fazer.
Sukuna em seu interior estava quase perdendo o fio do seu autocontrole,ele estava querendo tanto matar o moreno.
Megumi estava em seu mundo de imaginação,achando que ele e Yuuji estavam juntos,que eram um casal.
O mesmo sorria olhando para a barriga de Yuuji,em sua cabeça aquela filha era dele e não importa se foi uma maldição que a colocou lá.
Megumi se iludiu tanto,que para ele Yuuji o amava,e que estava só em fase de hormônios por causa da gravidez.
Yuuji não se dispôs a fazer nada quando ele chegava perto desse jeito,como Sukuna não podia mais fazer nada,ele só aceitava calado.
— Estou indo até a cidade, não sei que horas irei voltar mas por precaução – disse ele,logo colocando uma corrente em seu pescoço,Yuuji tentou se soltar mínimamente para não machucar sua filha – não adianta,essa corrente está reforçada com energia amaldiçoado – disse ele ,logo depositando uma beijo na testa de Yuuji,que começou a chorar
Megumi logo saiu da casa e foi para a cidade.
Yuuji se deitou na cama e desatou a chorar,Sukuna o trouxe para seu domínio, abraçando o menor em sua cama.
O rosado se agarrou a maldição,como se aquela fosse a última vez que eles iriam se ver.
Sukuna apenas observou o menor e não disse nada,ficou fazendo carinho em sua cabeça até ele parar de chorar.
— Eu só queria que nada disso tivesse acontecido – disse Yuuji,secando os últimos resquícios de lágrimas do seu rosto
— Vai ficar tudo bem – disse a maldição
Os dois ficaram assim por alguns minutos,até Yuuji se encolher.Sukuna olhou confuso para o menor,sem entender.
— Sukuna..acho que é agora – disse Yuuji quase em pânico
A maldição demorou alguns segundos para raciocinar do que ele estava falando.
— Agora?Mas não tem nenhum médico na casa,e aquele desgrasado acabou de sair! – disse Sukuna preocupado
A maldição podia sentir a agitação de sua filha querendo sair.
— Eu não sei..anh..oque fazer! – disse Yuuji segurando a barriga,sentindo a dor das contrações
Logo Sukuna tirou o menor do seu domínio,assim que o rosado voltou se encostou da cabeceira da cama, respirando fundo.
A maldição estava com as duas mãos na cabeça,tentando achar uma solução para aquilo.
— Garoto,terei que fazer o parto eu mesmo – disse Sukuna,Yuuji arregalou os olhos
— O-oque? Não,tem que ter outro jeito – disse ele,gemendo de dor
— Você vê algum telefone aqui pra ligara para Koheji?! – perguntou,ficando nervoso
Yuuji viu que não havia outra solução mesmo,e se deu por vencido.
— Ok,mas como você pretende fazer isso?..anh – perguntou o rosado
— Me deixei tomar o controle – disse ele,Yuuji não relutou apenas deixou Sukuna assumir
Assim que maldição tomou controle de seu corpo,o mesmo rasgou a blusa do menor,logo ele pegou uma de suas garras e furou a barriga de Yuuji.
— “AHHHHHHH” – Yuuji que estava em seu domínio,gritou de dor,pois apesar de não estar no contorle,podia sentir seu corpo
— Aguenta aí garoto – disse Sukuna
O mesmo logo com cuidado abriu um corte fundo na barriga de Yuuji,tomando cuidado para não acertar sua filha.
Assim que o mesmo abriu,enfiou suas mãos dentro da barriga,tirando o pequeno ser de lá,que assim que saiu chorou.
Yuuji assim que ouviu o choro, sorriu e começou a chorar.Sukuna olhou para o pequeno ser em sua mão,e sem nem mesmo percebe sorriu.
Logo a maldição embrulhou o pequeno em uma toalha que estava próxima, e respirou fundo.Usando seu poder para curar a barriga de Yuuji,que aos poucos foi se fechando,dando lugar a sua barriga tonificada de antes,nem parecia que um bebê já residiram ali.
Logo Sukuna voltou para seu domínio,deixando Yuuji assumir.No momento em que Yuuji abriu os olhos,ficou confuso por não ver sua barriga aberta,mas se assustou ao ver sua roupa rasgada e com sangue.
Mas assim que escutou o choro,virou rapidamente para a criança embrulhada em uma toalha.
Yuuji logo pegou a mesma no colo,ela estava toda ensanguentada,mas era adorável ver seu rostinho.
A mesma tinha a semelhança dos dois,mas vocês devem questionár pois os dois tem a mesma aparência.
Mas a criança exala algo inocente,nada m*****o,mas ela tinha as tatuagens do Sukuna.
Yuuji não questionou ela já nascer com as tatuagens,ela era adoravel do mesmo jeito.
— Qual nome devemos dar para ela? – perguntou Yuuji,embalando a mesma em seu colo
— Kana – disse Sukuna,Yuuji sorriu para o nome
— Adorei – disse,logo tocando o rosto de sua filha – bem-vinda ao mundo Kana – disse ele
O momento foi quebrado,quando os dois ouviram que alguém havia chegado.
— Precisamos sair daqui – disse Yuuji, segurando sua filha firme nos braços
— Deixe-me no controle de novo,vou quebrar as correntes – disse Sukuna
— Cla...- foi interrompido
— Itadori? – chamou,ao se virar Yuuji viu Gojo parado ali
— Sensei?SENSEI! – gritou ele,logo avançando em seu professor, tomando cuidado com sua filha
O grisalho, abraçou seu aluno totalmente preocupada e feliz por ter o encontrado.
— Yuuji,oque aconteceu com você? – perguntou ele,Yuuji que já havia começado a chorar balançou a cabeça
— Depois te explico,agora me tira desse lugar! – pediu ele,em um certo desespero
Gojo logo quebra as correntes,Yuuji soltou um suspiro de alívio por estar livre.
O grisalho logo pegou Yuuji no colo e saiu da casa.
A maldição não ficou irritada com o xamã,pois o mesmo sabia que não havia nada de malicioso ali.
Sukuna apenas queria a cabeça de Megumi,e ele iria ter, nada e nem ninguém tiraria a satisfação do mesmo ao ter o sangue do moreno em suas mãos.
Gojo havia levado eles para seu apartamento,onde nem mesmo os chefes superiores gostaria de ir.
Assim que Yuuji sentiu que estava seguro,soltou um suspiro de alívio,logo se sentando no sofá.
Gojo já havia percebido o embrulho em seu colo,e sorriu para o rosado.
— Sua filha? – perguntou ele,Yuuji sorriu
— Sim,essa é a Kana – disse Yuuji mostrando a mesma para seu sensei
— Aquela que tem o poder – disse ele,Yuuji ficou confuso – o significado do nome dela, é aquela que tem o poder – disse ele,colocando um dedo próximo a nenê,que agarrou com força,fazendo o xamã sorrir
— Nossa, é um significado lindo – disse Yuuji – “voce escolheu bem o nome” – disse Yuuji a Sukuna,em pensamentos
— “Eu sei” – disse ele
— Sei que você apenas quer curtir sua filha,mas precisa me dizer oque aconteceu – pediu Gojo sentando sem sua frente
Logo Yuuji começou a contar, desde de quando Megumi o dopou até agora.
Apesar de gostar de seu aluno,Gojo ficou enojado pelas atitudes do mesmo.
Sukuna quanto mais ouviu,mas sua vontade de matar o moreno ia aumentando.
Assim que Yuuji terminou de explicar,Gojo soltou um suspiro e pegou seu celular.
— Para quem está ligando? – perguntou Yuuji
— Para Nobara e Koeji – disse ele,Yuuji arregalou os olhos – não se preocupe,Nobara já sabe de tudo e compreendeu – disse ele
[...]
Meia hora depois,a porta do apartamento de Gojo foi arrombada por uma Nobara desesperada.
— Cadê ele?! – perguntou ela
— Ai minha porta – disse Gojo fazendo falso choro
— E-estou aqui – disse Yuuji com medo e saudades
Assim que Nobara botou os olhos nele,se jogou no mesmo.Yuuji deu uma bela desviada,por causa de sua filha,fazendo Nobara cair de cara no sofá.
— Que merda..?! – disse ela,olhando para Yuuji
— Você poderia ter machucado a Kana – disse ele,embalando a neném que havia dormido
— Kana?Há sim,sua filha – disse ela,sorrindo – como você pode não dizer que tava grávido em?!Eu poderia ter ajudado,vindo te visitado,mas não! Você quis que só Megumi e o sensei soubessem né?! – disse ela,agora irritada,Yuuji apenas sorriu nervoso
— Desculpe,mas achei que assim seria melhor – disse ele
— E onde você estava nesse tempo todo em? – perguntou a mesma,Yuuji se sentiu tenso e olhou para Gojo em busca de ajuda
— Vamos conversar sobre isso depois,agora Koeji poderia dar uma olhada da pequena Kana? – perguntou o grisalho,Koheji sorriu
— Claro – disse,logo se aproximando de Yuuji,Nobara que também estava curiosa se aproximou – posso? – perguntou estendendo o braço
Yuuji estava meio relutante,mas logo entregou sua filha.
— Ela é uma bela mistura de vocês dois,agora ela precisa de um banho – disse Koheji levando a pequena ao banheiro
Yuuji queria ter ido atrás,mas acabou sendo segurado por Gojo.O rosado sabia que teria que explicar tudo a Nobara,e foi isso que fizeram.
— Aquele desgraçado,como ele ousa fazer isso com você?!Há quando eu o ver,eu vou matar ele – disse ela,Sukuna sorriu
— Eu adoraria ajudar – disse Sukuna na bochecha de Yuuji
— Vamos pegar ele assim que o virmos – disse Nobara sorrindo,Sukuna riu alto
— Tô começando a gostar de você garota – disse ele
— Parem vocês dois – disse Yuuji revirando os olhos – oque iremos fazer agora sensei? – perguntou
— Hum,acho que precisamos falar com Megumi – disse Gojo, Yuuji sentiu um arrepio em sua espinha
Sem nem esperar uma resposta,Gojo ligou para Megumi,pedindo para o mesmo vir ao seu apartamento.
Algum tipo depois,o mesmo entrou no apartamento sem aviso pois a porta estava quebrada.
— Oque eram tão importante para me cham...- o moreno se calou ao ver Yuuji sentado com um embrulho no colo,ao lado de Nobara e Koeji – Y-Yuuji..- disse ele, apavorado e preocupado
Mas logo Sukuna tomou controle e deu sua filha para Nobara segurar.
Logo assim avançando em Megumi,o derrubando no chao com a mão em seu pescoço,o enforcando.
— Eu falei que ia te matar – disse Sukuna sorrindo para mesmo