Enquanto Patrick e Lana brindavam ao amor e à superação, Drew se despedia de Brittany no hospital. Ele já tinha caminhado até o estacionamento quando o telefone vibrou no bolso. Olhou o visor. Era o investigador particular que ele contratara discretamente semanas atrás, assim que começaram as suspeitas sobre o atentado contra Maris. — Diga, estou ouvindo. A voz do outro lado da linha veio firme, mas contida, com o cuidado de quem sabe que até o vento pode ser espião: — Doutor Drew, eu tenho tudo. Gravações, transações, mensagens, o depoimento de um informante direto. É ele. O amigo político, o mesmo que jogava golfe com o senhor todos os domingos... foi ele quem mandou executar a senhora Maris. Drew sentiu o corpo inteiro gelar. O sangue subiu ao rosto e desceu no mesmo instante. Ele j

