Patrick olhou para cada rosto ao redor do quarto, sentindo o coração apertado com tanto carinho e preocupação. Mas precisava tomar uma decisão. — Pessoal, obrigado por tudo de verdade — disse ele com um sorriso cansado, mas sincero. — Mas agora eu vou ficar com a Lana. Ela precisa de tranquilidade, não pode se agitar. Por favor, voltem para casa. Amanhã vai ser um dia cheio. Teresa, a mãe da Lana, se adiantou com aquele tom doce de mãe que não aceita não como resposta: — Se você quiser ir em casa descansar, meu filho, eu posso ficar com a minha filha essa noite. Patrick negou suavemente com a cabeça e respondeu com firmeza, mas com respeito: — Não, dona Teresa. Ela é a mãe dos meus filhos. Tudo bem que é sua filha, mas agora ela também é minha família. E eu tenho a obrigação e o direi

