A psicóloga entrou no quarto suavemente, sem alarde, e encontrou Brittany sentada na poltrona, terminando o café da manhã enquanto Lena recolhia a bandeja. — Bom dia, Brittany — saudou a profissional com um sorriso leve. — Bom dia, doutora — respondeu ela, ajeitando-se um pouco na poltrona, os olhos atentos, mas calmos. — Vejo que está melhor hoje... Dormiu bem? — Dormi sim. A dona Helena me deu um remédio e... pela primeira vez, eu não sonhei com desespero — disse com sinceridade. A psicóloga puxou a cadeira e sentou-se ao lado da cama. — Isso é ótimo. O sono é o primeiro passo para a mente começar a se reorganizar. E essa noite foi um marco importante, não foi? Brittany sorriu, emocionada. — Foi... Eu tive meus filhos no meu peito. Eu senti o coraçãozinho deles batendo. Era como

