Enquanto isso, na casa de Drew, o silêncio confortável da manhã era preenchido apenas pelo som dos pássaros no jardim e o leve barulho da água da fonte no quintal. Maris estava sentada em sua cadeira de rodas, na varanda coberta, vestida com um robe creme de algodão macio. Seu rosto, antes tão carregado de maquiagem, agora trazia apenas um toque de batom nude, e os cabelos, que tantas vezes estiveram em penteados elaborados, estavam presos em um coque simples e elegante. Ela parecia outra mulher. Estava diferente. Mais serena. Mais leve. Ao lado dela, Drew observava pela janela, com um misto de orgulho e esperança no olhar. Maris vinha se transformando dia após dia, e naquele momento, ao saber quem estava prestes a chegar, o coração dela batia mais rápido — mas não por orgulho. Era nerv

