Depois do expediente, Lana decidiu que ainda não era hora de ir pra casa. O coração a puxava para outro lugar — o hospital. Ao chegar, ela pediu autorização na recepção para visitar Brittany. Não podia entrar na UTI neonatal, já que vinha direto do trabalho, mas a enfermeira, já acostumada com Brittany e os bebês, a levou até o visor. Lá estavam os pequeninos. Tão pequenos, tão frágeis... mas vivos. Guerreiros. Brittany estava sentada na poltrona próxima, de costas para a porta de vidro, com uma mamadeira nas mãos e um livro de histórias aberto no colo. Quando notou a presença de Lana, sorriu com sinceridade. — Oi, Brittany — disse Lana com suavidade, erguendo uma sacola pequena e um envelope elegante. — Vim deixar o convite do meu casamento. Brittany se levantou e saiu até o hall, su

