Promessa de Eternidade Patrick entrou no escritório com um brilho diferente nos olhos. Assim que fechou a porta atrás de si, se aproximou de Lana com aquele sorriso torto que ela já conhecia tão bem — o sorriso que ele só mostrava quando estava completamente tomado por um sentimento verdadeiro. — As crianças nasceram, Lana... — ele disse com a voz embargada de emoção. — Gêmeos... lindos... saudáveis. Prematuros, mas fortes como a mãe deles. Ela o olhou com doçura, com a ternura de quem já sabia. Já havia sentido no coração. — E não são seus... — completou ela com suavidade, como uma afirmação e não uma pergunta. Patrick assentiu, sentando-se ao lado dela no sofá do escritório. — Não são. Como eu já suspeitava. Mas isso... não muda o quanto esse momento foi significativo. Brittany me

