O salto nude ecoava suave pelo mármore enquanto Lana entrava naquela manhã, segura, serena e sem perceber o impacto que causava. O vestido tubinho marfim se moldava ao corpo dela com precisão perigosa — decente, sim, mas colado o suficiente pra fazer qualquer CEO perder a concentração. O coque bagunçado deixava à mostra a nuca delicada, e a maquiagem leve só realçava ainda mais a beleza natural que parecia ter acordado com ela. Patrick já estava à mesa, fingindo ler uma planilha, mas não era a planilha que seus olhos acompanhavam. Era o som do salto. O som que dizia: ela chegou. Lana abriu o notebook, organizou as anotações e os relatórios que ele havia solicitado no dia anterior, totalmente alheia ao olhar fixo que ardia em sua direção. — Chá, senhor Patrick? — perguntou Shirley, entr

