Rafaela Narrando . . .
Xx: vai ajuda ele a entrar no carro
Eu só conseguia sentir raiva do meu irmão por ter me
suspendido e tirado minha arma e distintivo, se bem
que o distintivo não me ajudaria em nada agora, ajudei
o homem a se levantar e coloquei ele dentro do carro
no banco de trás, eu ia sair mais fui parada pela arma
apontada na minha cara.
Xx: vai você vai dirigir
Entramos no carro e ele apontou a arma pra mim e disse
friamente.
XX: você vai seguiro caminho que eu mandar e qualquer
gracinha você morre
Eu pensei em responder mais suas veias saltadas
entregavam o quanto ele estava puto, então decidi tentar
mantera calma, liguei o carro e acelerei, ia entrando em
umas ruas bem estranhas.
Xx: calma Dedé você vai ficar bem
Xx2: vai logo!. -Falou com dificuldade
Eu estava analisando cada um deles antes de tomar
alguma atitude, não podia agir na emoção.
Ele me fez parar em frente a m galpão, e assim que
puxei o freio de mão fui atingida por um golpe na cabeça
que me fez apagar.
Quando acordei estava deitada num colchão num guarto
minúsculo onde as janelas eram fechadas com madeira,
levantei com a minha cabeça doendo pra c*****o.
Fui até a porta e tentei abrir em vão, encostei a cabeça
tentando ouvir algo mais o silêncio prevalecia, num impulso dei um chute na porta.
Xx; fica quietinha mina, mais tarde patrão vem falar com você
Era uma voz bastante grossa, bufei mais me calei, reparei
que tinha apenas um balde no canto, esses filhos de kenga
estão pensando que vou mijar ali, só se for pra jogar na
cabeça deles.
Meu maior medo era quando eles descobrissem que eu
era policial não estava preparada para morrer. . . .