Capitulo 109

1304 Words

Enfiei o meu rosto com tudo na dobra do pescoço dela, cheirando fundo na maldade, sugando aquele rastro gostoso de suor misturado com o perfume doce que o meu juízo odiava amar. A minha língua deslizou pela pele quente dela até a curva da orelha, onde eu mordi com vontade e rispidez, ouvindo ela soltar um gemido de puro ódio que já estava se misturando por completo com o prazer que a p*****a interna dela tentava de todo jeito esconder para não perder a postura de primeira-dama. — Tu vai ficar plantada aí, presa desse mermo jeito no nylon, até entender na risca da disciplina que aqui em cima do morro a única lei que tem validade é a que eu assino com a caneta de ouro — sussurrei com a voz arrastada, a mão esquerda ainda esmagando um dos s***s enquanto a direita descia novamente para a vir

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