ei uma última olhada na minha casa e na vizinhança. Eu ia sentir falta daquele lugar, mas eu precisava me recuperar dessa doença chamada Caio, e só conseguiria isso longe dele. Assim que chegamos ao aeroporto, fiz o check-in e me dirigi a sala de espera para ficar um tempinho com meus pais e meu irmãozinho. Assim que cheguei a sala avistei a Mah de costas junto com os pais dela. E fui em sua direção. Tati: - Mah. – disse e ela me olhou surpresa. – Será que aquele lugarzinho lá na sua casa em Londres ainda está reservado para mim? – perguntei fazendo bico e ela riu me abraçando. Mah: - Se não tivesse eu expulsava quem tivesse ocupando. – disse e nós rimos. As despedidas foram da forma que eu imaginei. Minha mãe se acabando de tanto chorar, meu pai tentando segurar o choro e meu irmão ag

