Imperador Já fazia dias que minha cabeça não parava. Coração batia estranho, mente tumultuada, e a sensação era a mesma de quem tava tomando um chute sem nem saber por quê. A Yasmin mudou. E eu sentia isso no peito. No olhar dela. No jeito dela me evitar. Nas desculpas esfarrapadas. E eu tentava relevar, tentava não surtar... Mas, c*****o, tava doendo pra p***a. Liguei de novo. Ela recusou de novo. Só o som do “chamada encerrada” já me dava um soco no estômago. Peguei minha chave, joguei a blusa por cima e fui. Nem pensei. Só fui. A moto cortava o vento, mas o peito... o peito ardia. Um bagulho sufocante, tá ligado? Como se eu tivesse prestes a perder o que mais importava e não pudesse fazer nada. Bati na porta. Toquei o interfone. O coração parecia um tambor descompa

