Yasmin Dias depois... Acordei num domingo manso, daquele jeito que o corpo pede mais cinco minutinhos e o coração tá leve, quase flutuando. A claridade batia suave pela janela, cortando o quarto em tons dourados, e eu fiquei ali deitada por uns minutos, abraçada no lençol e com o celular ainda na mão, aberta na última mensagem que o Imperador tinha me mandado na noite anterior: Imperador — “Tô contigo.” Só essas duas palavrinhas... mas que diziam tanto. Mais do que qualquer texto enorme, mais do que flores ou juras. Porque ele era ação. Desde que a gente decidiu se assumir de vez, ele tava mostrando na prática, dia após dia, que era por mim. Pela gente. E hoje... era tipo um marco. Um capítulo novo na nossa história. Chamei ele pra almoçar na casa da minha mãe. Nem sei como tive cor

