Tentação (parte 1)

877 Words
Após o banho, Otávio a levou no colo para sua cama, tinha algo de diferente nele, não era apenas selvagem, era cuidadoso e carinhoso, coisas que pareciam nem se encaixar na mesma frase, ele conseguia reunir em si, e ela gostou daquela forma de ser dele, ainda sim, não acabou ali, ela se entregou uma vez mais a ele, já exausta, estava deitada deitada na cama, com ele a abraçando, seu m****o mais uma vez ereto, estava até se desconhecendo, apesar de um tanto selvagem no sexo, nunca havia sido descontrolado daquela forma. – o que está querendo em? – ela perguntou, ele deslizava seu m****o bem no ânus dela, buscando o encaixe perfeito, e ela já havia percebido o que ele queria, mas queria escutar da boca dele. – o que acha? Eu acho que f***r esse cuzinho seria uma delícia. – que safado. – ou você nunca deu? – ele perguntou de forma maliciosa. – dei, e adoraria dar pra você, mas não agora. – disse ela, havia bebido bastante, ele havia a proporcionado inúmeros orgasmos, estava exausta, sem forças, quase adormecendo. – uma pena, eu seria carinhoso. – não acho que seria, já mostrou bem como é no sexo, ainda sim, adoraria. – disse ela, ele sorriu de canto, então parou, mas não deixou de abraçá-la, apenas a acomodou melhor, a noite havia sido deliciosa demais para dormirem separados, mas ele custou a dormir, apenas admirando aquela tentação que tinha em seus braços. Era manhã, Otávio acordou com o sol entrando pela cortina que não estava totalmente fechada, ele suspirou e sentiu uma presença a seu lado, ao olhar, a viu, os cabelos loiros espalhados pelo travesseiro, o corpo coberto apenas pelo lençol, ele arregalou os olhos e lembrou-se da intensa noite que haviam tido com ela. – ah Deus, o que fizemos? – ele disse. – sexo. – ela respondeu o surpreendendo. – você está acordada… – sim, a um tempo, estava sem ânimo pra levantar e convenhamos que quando se dorme junto, não é nada educado ir antes do outro acordar. – ela disse de forma simples. – Bárbara o que aconteceu… – disse ele e ela se virou para falar com ele. – acho melhor conversarmos sobre isso. – disse ela, e ele assentiu. – é, você tem razão, sobre o que aconteceu, eu não devia Bárbara, você tinha bebido demais. – mas estava consciente Otávio, você cedeu, mas eu provoquei, e desculpe por isso, no momento só pensei em mim, em dar o troco naquele babaca, mas depois, depois que nos beijamos, algo mudou. – o que exatamente? – ele perguntou. – desejo, eu gostei, de verdade eu gostei do que fizemos. – disse ela de forma simples e madura, ele suspirou aliviado e disse. – não me perdoaria se você se arrependesse, não quero que pense que me aproveitei da situação, eu só… – só cedeu, não aguentou e cedeu, eu entendo, e te conheço o suficiente pra saber que você não se aproveitaria de mim. – mas não foi certo. – eu sei… – e também não foi errado, não sei, de verdade não sei. – ele disse confuso enquanto deslizava a mão pelo cabelo. – mas eu sei que está tentando entender e dizer. – o que? – ele perguntou, pois ele nem sabia, estava confuso demais. – que apesar de ter sido maravilhoso, não deve se repetir mais, acho que é o melhor. – você tem total razão. – disse ele, era exatamente isso que pensava. – mas não quero que isso afete a relação que estávamos construindo, não quero que se afaste. – ela disse sem o encarar, então ele segurou a mão dela de forma compreensiva e disse. – eu não vou me afastar, não se preocupe. – é tão bom ser um adulto sensato. – disse ela, em seguida revirou os olhos, estava claramente se referindo a seu ex. – o que vai fazer com ele? – Otávio perguntou. – ainda não sei, mas vou dar um jeito de acabar com aquele babaca, i****a. – disse ela, então cruzou os braços. – ele perdeu muito. – disse Otávio. – e eu perdi três anos da minha vida amando um i****a que sabe lá quantas vezes me traiu. – disse ela balançando a cabeça em negação e sentindo as lágrimas em seus olhos. – eu sinto muito por isso. – disse ele, então a abraço, mas o lençol que ela segurava sobre si, se soltou e ele pode sentir contra seu peito o bico dos s***s dela, ele suspirou, e sentiu seu m****o pulsar. – estou aqui com você, mas não deixa esse i****a te afetar, você estava tão bem, tão alegre, pensando no futuro. – eu não vou deixar, agora mais que nunca quero aproveitar minha vida, estudar, fazer amigos, conhecer a cidade. – disse ela, então soltou um suspiro. – acho que minha mãe sentia algo sobre ele, ela me perguntou tantas vezes se eu realmente confiava nele. – Otávio pensou em contar o que sua irmã havia dito, mas aquilo apenas a deixaria mais triste, então se calou e apenas a acalentou. – vou para o meu quarto, estou com dor de cabeça, quero tomar um banho e depois um remédio
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