SARA NARRANDO A viagem estava tranquila até chegarmos na saída de Vianópolis para Luziânia. Notei que havia um carro nos seguindo, dei vários sinais de ultrapassagem, mas ele preferiu continuar andando atrás de nós. No momento mais inoportuno, o carro nos trancou e por pouco não bati em nossa traseira. Mais à frente, na curva para chegar ao setor aeroporto, o carro me jogou para fora na rodovia. Gritei desesperada, por pouco não capotamos, quando de repente o Gabriel gritou, me puxando. Ouvimos tiros na lataria e no vidro do carro; estavam tentando nos matar. O primeiro pensamento que tive foi ligar para o meu pai. Pedi a ele para nos socorrer, pois estava desesperada, meu corpo inteiro tremendo. Clamei o sangue de Jesus para que livrasse as nossas vidas. Gabriel falou que era o tio de

