— Não, nada disso. — Me inclinei para ele. — É cedo demais. Ela não está pronta para viver sem você. — Ela foi treinada. Balancei a cabeça. — Não. Carl, estou te dizendo, é cedo demais. Ele deu um sorriso triste. — Sempre vai ser cedo demais. — Senti meus lábios tremerem. — Por favor. — Implorei. Eu sabia que isso ia destruir a sua garotinha. Ele balançou a cabeça e seus olhos ficaram embaçados. — Eu escrevi uma carta para você. Está no quarto que eu construí para você. — Carl, por favor. — Apertei minhas mãos no rosto dele. Implorei novamente enquanto todos se aproximavam. — Ela é só uma garotinha. — Ela é nossa garotinha. — Suspirou enquanto ouvimos a porta se abrir. — Você me promete que vai cuidar bem da nossa menina? Senti as lágrimas caírem. — Eu não estou pronta. — Ninguém

