Capítulo 11

1679 Words

O som da batida na porta me acordou, e eu gemi. Não estava pronta para levantar; me aconcheguei mais no cobertor e ignorei a batida quando ela se repetiu. Ai. — O que foi? — chamei, e a risada do meu pai na porta fez com que eu abrisse um olho. — Exagerou um pouco ontem à noite, não? — perguntou ele. — Você sabe que sim. — Joguei o travesseiro para o lado e me enfiei de volta debaixo das cobertas, mas meu pai simplesmente jogou o travesseiro de volta para mim. — Hora de acordar. — Eu não quero. — Gemei e peguei meu celular, percebendo que eram cinco da maldita manhã. — Pai... — Mas a risada dele interrompeu meu gemido. — Desculpe, querida, mas o treino começa agora. — Ele caminhou até a cama, puxou o cobertor de cima de mim e eu gritei. O ar gelado me despertou instantaneamente, e e

Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD