Corri até sentir outro puxão. Toda vez que me preocupava achando que estava indo na direção errada, ou ouvia um uivo atrás de mim, sentia outro puxão e ia em direção a ele. Logo, o mundo se dissolveu, assim como aconteceu quando eu estava indo para Amara. As bordas da minha visão oscilaram. Mas durante todo o tempo, a mulher perdida, a alma errante, me seguiu, desesperada para encontrar meu corpo primeiro. Eu estava aterrorizada. E se ela chegasse ao meu corpo antes de mim? E se eu fosse deixada para vagar por este plano, murchando e gemendo, enquanto ela andava por aí com meu corpo como se fosse um traje, um papel a ser interpretado? Me estremeci ao pensar no que ela parecia antes de absorver minha vida, minha vitalidade. Como alguém pode viver assim? Mas então, o pensamento me atingiu

