— Porque! — ela rosnou, se levantando para encarar seus pais. — Vocês foram fracos. Ambos foram tão fracos. Eu merecia ser uma loba ranqueada. Eu me esforcei tanto para ficar mais forte, só para me ver presa no meio, com vocês dois. — Ela olhou com nojo. Seus pais recuaram diante do ódio. — Nós te amamos. — Sheila sussurrou, a voz trêmula. — O que há de errado em ser uma loba não ranqueada? — Alguém da plateia gritou. — É? — Outro chamou. Logo, toda a matilha estava agitada. — Tudo! — Amanda se levantou e se virou para a multidão. — Vocês são fracos. Sem importância. Pobres. Lobos patéticos que estão felizes em suas vidas patéticas e insignificantes. Eu mereço ser uma Luna, mereço liderar. Eu mereço... — Ela bateu o pé. — Nada. — Minha voz ecoou pela clareira. — Você não merece nada.

