O telefone caiu e, alguns segundos depois, as portas se abriram. Vince estava furioso, parado ali, com a mão apertada na maçaneta. — Entrem agora. — Sua voz estava baixa, mas ninguém se mexeu. Eu me empurrei pela multidão e sorri enquanto tocava nos ombros de cada um. Cheguei até a porta e encontrei os olhos de Vince. Eu podia perceber que ele estava furioso, mas eu apenas sorri. Me virei para a multidão, dando as costas para Vince, e levantei a voz. — Entrem em fila e procurem um lugar. Como eu disse antes, ninguém será expulso. — Todos começaram a se mover. Um por um, eles passaram por mim e se curvaram antes de seguir para dentro do auditório. — Você vai se arrepender disso. — A voz de Vince estava baixa, mas eu ouvi as palavras que ele não queria que eu ouvisse. Me virei e o enca

