O vinculo de Companheiro é Selado

1015 Words
**Zara** Tudo o que eu sentia era Fenrir: seu toque, sua respiração agitada e, principalmente, o desejo que percorria o seu corpo, o que fazia o meu apenas aumentar. Não resistiria mais; desejava aquilo como ao próprio ar para respirar. Queria sentir o que era ser dele. Olho para o meu companheiro, adorando o que via; os seus olhos estavam escuros, e eu podia ver Koda à superfície. Ele desejava que completássemos o vínculo, e eu e Nala também. Quando ele me pergunta o que eu queria, apenas abro as pernas e permito que ele veja o que estava fazendo comigo. O meu corpo queimava de uma forma louca, desejando o seu toque, desejando que ele me possuísse e me marcasse de uma vez por todas como sua. Fenrir me tocava como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo, e quando ele vê o meu corpo exposto, vejo apenas admiração e não repulsa pelas várias cicatrizes que o cobriam. Os seus lábios exploravam cada pedaço de pele exposta, e quando encontram os meus m*milos, eu apenas gemo, arfando com a onda de prazer que me percorria. Sabia que os s*ios eram sensíveis, mas não imaginava o quão bom seria sentir a boca do meu companheiro neles. A cada passada de língua sobre os meus m*milos rijos, era como se uma corrente elétrica me percorresse. Percebia o quanto ele estava gostando da minha reação, então resolvo não esconder o que sentia e simplesmente aproveitar aquele momento com ele. Quando digo que desejo que ele me toque, vejo-o erguer a cabeça com um sorriso predador no rosto, e, pela deusa, que sorriso era aquele! Os seus olhos carregavam uma promessa do que estava por vir. — Como quer que eu a toque, amor? — insiste ele, e percebo que Fenrir gosta de estar no comando; gosta de dar ordens e, principalmente, de ouvir cada palavra que puder extrair dos meus lábios envergonhados. — Fenrir… — começo, envergonhada. — Estamos apenas nós aqui, amor, e nada do que disser sairá destas paredes. As suas palavras e desejos são apenas meus — diz ele, de forma possessiva, fazendo-me arfar e arder ao mesmo tempo. — Quero sentir a sua boca em mim — digo, fechando os olhos com força, a vergonha aquecendo o meu rosto. Ouço um rosnado de satisfação vindo dele, e sinto o quanto as minhas palavras o excitavam ainda mais do que já estava. — Vou adorar realizar o seu desejo, companheira — diz ele com uma voz diferente de antes, e quando olho, vejo que Koda estava mais presente do que eu pensava, dividindo o controle com Fenrir. Ele sorri para mim ao se abaixar entre as minhas pernas. A minha respiração se agita quando sinto os seus lábios percorrerem o interior das minhas coxas. Tremo ao sentir os seus beijos traçarem um caminho até aquele lugar intocado, onde ninguém jamais esteve e que pertencia apenas ao homem à minha frente, de forma completa e irrevogável. No momento em que a língua de Fenrir entra em contato com a minha int*midade, gemo de prazer. Aquilo era ainda melhor do que pensei que seria. Ele percorre toda a minha extensão de baixo para cima, parando sobre o meu c******s e sugando-o, fazendo-me gritar de prazer. Ouço o seu rosnado encher o quarto e o peito vibrar, o que intensificava ainda mais as sensações que ele me proporcionava. Fenrir insere o seu dedo novamente na minha int*midade, e sinto arder um pouco, mas, quando ele começa a passar a língua pelo meu ponto sensível, essa sensação desaparece. Ele não tinha pressa; mantinha um ritmo calmo e lento. A sua língua percorria a minha int*midade de baixo para cima, passando ao redor do meu c******s, lambendo-o antes de sugar, repetindo tudo de novo. Sentia um prazer crescendo no meu centro, pulsando em antecipação. Apertava a cabeça de Fenrir contra mim, desejando mais do que ele estava me dando, mas ele não aumentava a velocidade dos movimentos, deixando-me à beira de um orgasmo. Quando eu pensava que ele me faria gozar, ele parava o que estava fazendo. — Fenrir! — reclamo, arfando. — Por favor. — Diga-me, Zara — diz ele, continuando a movimentar o seu dedo em mim, com os olhos fixos no meu rosto. — Quem é seu alfa, amor? — É você — digo, arfando, quando ele toca um ponto específico no meu interior, desejando loucamente que ele continuasse. — De quem é essa b*ceta gotosa, Zara? — diz ele, rosnando. — É sua, amor, só sua — digo, sentindo o seu dedo aumentar de velocidade no meu interior. — Vai gozar para mim, amor? — pergunta ele, com um sorriso safado. — Sim — digo, em meio a um gemido, quando ele curva um pouco o dedo, fazendo uma onda de prazer percorrer o meu corpo. — Quero que goze na minha boca, Zara. Quero sentir o seu mel escorrendo por essa b*ceta linda — diz ele, e a suas palavras causam um arrepio de prazer pelo meu corpo. Eu queria aquilo, queria gozar na sua boca e sentir a sua língua me explorar da melhor forma possível. — Sim, amor — digo em desespero quase implorando que ele continuasse. Fenrir se abaixa e sinto novamente a pressão dos seus lábios sobre o meu c******s, enquanto os seus dedos se movem rapidamente dentro de mim. A sua língua circulava e sugava o meu c******s com intensidade, e em questão de segundos me desmancho na sua boca num orgasmo poderoso que parecia quebrar o meu corpo ao meio. Fenrir cumpre a sua promessa, sugando todo o meu prazer e me fazendo gemer, intensificando as sensações que me percorriam. — Hummm! — diz ele, lambendo os lábios ao erguer a cabeça do meio das minhas pernas. — Deliciosa. Os seus olhos carregavam uma promessa ainda mais intensa do que eu esperava, e assisto, deliciada, Fenrir se despir à minha frente, os meus olhos percorrendo o seu corpo com um prazer evidente. Quando ele retira as suas calças eu travo ao ver o que me esperava.
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