Giulietta e Zero entraram no táxi desabando no banco de trás. Alguns convidados também deixavam a festa naquele momento e a frente do Consulado, rapidamente, ficou cheia de grandes Sedans importados à espera dos seus ilustres ocupantes. Zero esparramou-se no banco traseiro com a cabeça apoiada no encosto olhando para o teto, fixamente, num estado de êxtase total. - Para a sua casa? perguntou o motorista. - Sim, mas, primeiro, vamos deixar esse rapaz na casa dele! pediu Giulietta informando o endereço. O senhor grisalho coçou a cabeça e olhou para Giulietta pelo retrovisor contrariado. Estava claro que ele não havia gostado da novidade e como também, era dado a resmungos, foi reclamando sozinho como se houvesse alguém no assento do carona. - Vou ter que fazer uma volta maior. Mais cedo

