Haneul Chegamos rápido à casa da Samantha. Irmã Clara estava ao meu lado no banco da Kombi, apreensiva. O padre Vergas havia me enviado junto com ela para verificar como a Samantha estava. Ele parecia preocupado com algo que não conseguia explicar, mas confiou a tarefa a nós. Enquanto dirigia, não conseguia parar de pensar em como os sentimentos do padre por Samantha estavam crescendo além de qualquer controle. Porém, isso não era hora para essas reflexões. Quando estacionamos em frente à casa, algo não parecia certo. — Haneul, isso está muito estranho... — Irmã Clara disse com a voz baixa, seu rosto pálido de apreensão. — Fique atrás de mim. — Respondi enquanto saía da Kombi, meus sentidos alertas, prontos para qualquer coisa. Sentia o sangue fervendo nas veias. Já havia passado por m

