Vergas Eu ainda podia sentir o calor do corpo dela contra o meu. Samantha havia adormecido em meus braços, sua respiração tranquila, e mesmo depois de tudo, não conseguia fechar os olhos. A noite ainda estava apenas começando, e a ideia de perder qualquer segundo daquela lua de mel me parecia um desperdício. Olhei para o rosto dela, a leveza de sua expressão, o corpo relaxado contra o meu, e me perguntei como tive tanta sorte. Eu entreguei minha vida por ela, por uma mulher que não era qualquer uma, mas Samantha Cruz, minha Cruzinha. E, agora, ela era minha esposa. O simples pensamento fazia meu coração bater mais forte no peito. Nunca achei que viveria algo assim – uma felicidade tão plena, tão arrebatadora, que chegava a ser difícil acreditar. Ela era tudo para mim, e eu, enfim, me enc

