Samantha A água morna me envolvia como um abraço acolhedor, mas nada era mais quente do que o toque das mãos de Vergas sobre minha pele. Estávamos na banheira, um espaço que parecia pequeno para o tanto de sentimentos que explodiam entre nós. Ele me olhava com uma intensidade que fazia meu coração acelerar, e, a cada movimento seu, sentia o amor e o desejo transbordarem. Eu sabia o que aquilo significava para ele. Não era apenas o fato de estarmos juntos, pele contra pele, mas o peso do que ele havia deixado para trás, o sacrifício que ele fizera por mim, por nós. Agora, ele não era mais o Padre Vergas. Agora, ele era simplesmente meu Vergas. Enquanto ele passava a esponja pelo meu corpo, com uma suavidade que me deixava arrepiada, sentia seu olhar queimar minha pele. Cada toque dele de

