Samantha Um mês depois daquele dia que quase destruiu tudo, eu e Vergas estávamos sentados no cartório, lado a lado, esperando para marcar oficialmente o nosso casamento. O sol entrava suave pelas janelas, criando uma atmosfera de calma, mas estava ansiosa, com o coração acelerado. Sentia a mão dele firme na minha, como um ponto de ancoragem, me acalmando sem precisar dizer nada. Ele olhou para mim e sussurrou, com um sorriso de canto: — É hoje, finalmente vamos marcar nosso casamento. O sorriso que respondi estava carregado de expectativa e felicidade. Nunca pensei que chegaríamos aqui, depois de tudo que vivemos. Olhei para ele, e só de vê-lo ali, de mãos dadas comigo, disposto a construir esse futuro, meu coração se encheu de gratidão. O que era uma vez proibido agora estava prestes

