Passou-se 1 mês e estava tudo indo nos trilhos, ia para o trabalho, voltava para casa, e assim é a minha rotina.
[...]
Eram 19:30, e já estava de saída quando Joseph me chamou em sua sala
Eu: licença
Joseph: entre, pode sentar se quiser. -então sentei- amanhã 20:30, ocorrerá um baile beneficente, e preciso que você vá comigo.
Eu: amanhã? É que eu tinha marcado.. Não deixa, eu vou sim.
Joseph: obrigado, não vou poder ir lhe buscar, pois se chegarmos juntos, iram dizer que estamos namorando, vai haver muita imprensa, então vou mandar meu motoristas lhe buscar, tudo bem?
Eu: eu posso ir sozinha
Joseph: não pode não, ele lhe busca. Seu vestido, mando entregar na sua casa.
Eu: mas... -ele me interrompeu-
Joseph: obrigado, já vou, pois vou ter uma reunião hoje.
[...]
Cheguei na empresa no dia seguinte, levei o café para Joseph, e fiz meu trabalho de rotina, as horas se passaram e já estava na hora de ir me arrumar para o baile
Fui na sala de Joseph me despedir.
Joseph: lhe encontro no baile, boa noite
Eu: boa noite
Cheguei em casa e minha mãe estava assistindo TV
Mãe: Oi filha!
Eu: oi mãe -lhe dei um beijo-, vou subir pra tomar banho.
Mãe: ah, filha, deixaram hoje cedo essa caixa pra você
Peguei a caixa e subi para meu quarto, quando a abri, era um vestido vinho, de costa nua e com uma pequena a******a na coxa direita, muito lindo inclusive.
Quanto será que foi isso, meu Deus?
Tomei um banho e coloquei o vestido, passei uma maquiagem básica no rosto e coloquei um batom, não muito forte, em meu cabelo, fiz um coque deixando duas mexas caindo no rosto, coloquei um salto fino preto, e peguei uma bolsa brilhante de alça preta.
Enquanto ainda estava acabando de passar o batom direito, ouvi o barulho da buzina, levantei meu vestido e saí correndo
Mãe: meu Deus, pra onde você vai linda assim?
Eu: vou para um baile de arrecadação com meu chefe, mãe
Mãe: seu chefe? Tá mais pra namorado, hein?
Eu: mãe, tô atrasada, beijo -dei um beijo em seu rosto.-
Chegando no carro, o motorista abriu a porta do luxuoso carro para mim...
Motorista: boa noite
Eu: obrigada
Peguei meu celular e enviei uma mensagem a Joseph, "estou a caminho".
[...]
Chegando, o motorista abriu a porta para mim, era uma mansão, enorme, estava cheia de papazarriz, meu Deus, o lugar era lindo e estava cheio de cadeiras, um ambiente meio escuro, havia um palco para os leilões
Moço: boa noite, nome? ‐ele procurava meu nome em uma lista que segurava-
Eu: Greta Antonelli
Moça: entre ‐uma moça muito educada me fez sinal para entrar-
Que lugar imenso, meu Deus. Estava lotado, comecei a andar para procurar Joseph.
*Greta Off/Joseph On*
A vi de longe, e ela estava realmente bonita, todas as suas curvas, pareciam estar desenhadas. Não esperava que esse vestida a caísse tão bem, a olhei por um tempo até que ela me viu e se aproximou.
Eu: aproveitando sua noite? -a peguei de surpresa-
Greta: ah, senhor, estava lhe procurando
Eu: me chame de Jose. Você está deslumbrante -sussurrei no seu ouvido, e a mesma ficou vermelha-
Greta: você também está lindo, digo, você está bonito -mais uma vez ela fica vermelha-
Alguns paparazzis apareceram para tirar fotos, e ela foi para trás pra não atrapalhar. A puxei para frente
Eu: não fica aí atrás
Greta: você falou que... -a interrompi-
Eu: esquece.
Segurei em sua cintura, mas parecia que ela estava se afastando, sussurrei em seu ouvido "venha prá cá" e a puxei pela cintura para mais perto de mim, a ouvi engolir o seco.
Paparazzis: sua namorada, senhor Russel?
Eu: amiga. -eu olhava para o seu lindo rosto enquanto ela estava praticamente morrendo de vergonha, como é linda.-
Tiramos as fotos eles foram embora...
Greta: você não disse que não queria que eu aparecesse junto a você nas fotos, Joseph?
Eu: mudei de ideia. Vamos nos sentar?
Fomos a nossa mesa, e o leilão se iniciou, e as propostas se iniciaram, comprei as maioria dos quadros que haviam em leilão, então se iniciou o jantar, que iria ser servido em mesa
Eu: não vai comer?
Greta: é que essa comida é meio estranha, não acha?
Eu: é Caviar, Greta
Greta: eu sei, mas não parece muito bom não viu,
Eu: tem outros pratos
Greta: eu tô bem, Joseph, não vou morrer de fome -ela deu um lindo sorriso, me fazendo rir junto também..-
[...]
Se iniciou a dança e fiquei sentando pensando se a chamaria para dançar, se é propício para a ocasião.
Eu: quer dançar?
Greta: não sei dançar, Joseph
Eu: te ensino, vem
A segurei pelas delicadas mãos e segurei sua linda cintura que ficava ainda mais bela com aquele vestido marcando as suas curvas, coloquei também sua outra mão em meu ombro.
Eu: é assim: um pé e o outro -a expliquei-
E nossa dança se iniciou - olhei por um minuto - e ela estava tão linda, o baile acabou umas 01:30, na verdade o baile contínuo, nós que fomos embora um pouco mais "cedo" porque Greta parecia estar um pouco cansada.
*Greta On/Joseph Off*
Joseph: não, não frente Greta -fechei a porta do banco de trás e fui para o banco do passageiro-
Entramos no carro, e ficamos alí um tempo, estava bem cansada e com aquele vestido colado estava difícil de respirar, abaixei um pouco o zíper nas costas antes de por o cinto e puxei o ar o soltando bem devagar.
Joseph: você está muito bonita, Grega -um silêncio se instalou por alguns segundos- pode tirar o salto se quiser.
Eu: quero, com toda a certeza -tirei rapidamente e ele começou a rir- por quê você está rindo?
Joseph: você é engraçada, Greta.
Eu: obrigada.
Joseph: você pode ser um pouco mais descontraída quando não estivermos trabalhando, eu permito. -ele colocava as chaves no carro para liga-lo-
Eu: perdão. Fico tensa, mas obrigada pelos elogios, agradeço -olhava para baixo- obrigada também pela noite também -sorri-
Joseph: eu que o diga, não foi tão chato quanto eu imaginei que seria -eu olhava para o seu rosto- porquê você estava lá comigo, é, isso foi um dos motivos de não ter sido tão chato -eu abri um largo sorriso porém ele ficou serio-
Joseph: obrigado Greta, foi uma ótima assistente -girou a chave do carro e deu a ré em seguida, mas ele parecia um tanto impaciente."
Eu: você está bem?
Joseph: estou -o ouvi engolir o seco-
Eu: tem certeza? -ele puxou o freio e segurou forte o volante durante alguns segundos. Olhava para o seu rosto para tentar entender.-
Ele olhou para mim e fez um olhar que eu não conseguia identificar o que mostrava. Em um rápido movimento ele tirou seu cinto de segurança. Inclinou seu corpo para mim, e o meu automaticamente se afastou, ate não conseguir mais se afastar pois o banco impedia. Minha respiração começou a ficar desregulada e era possível ouvir no carro inteiro; seu rosto estava cada vez mais próximo do meu, fazendo meu sangue ferver quando suas mãos tocaram o meu rosto, o fazendo carícias...
Eu: Jose-se-ph -olhava para cima para não perder a minha razão- vo-você é meu che-che-fe
Joseph: e como seu chefe, você deveria me obedecer -ele falava palavra por palavra, lentamente em meu ouvido, com a sua voz rouca- você não acha? -colocou sua mão em minha coxa que havia um f***a aberta, tocando diretamente na minha pele.-
Eu: Jo-jo-seph -minha voz saiu trêmula ao sentir sua mão gelada em mim-
Joseph: perdão -ele falava em um tom extremamente provocativo enquanto voltava para o seu lugar.-
Parei por alguns segundos e olhei para baixo para me recompor. Conseguia sentir seu olhar me fuzilando, meu corpo fervia em lembrar da sua mão em minha perna. Levantei meu rosto e olha para o dele, que me olhava com um olhar incrivelmente lindo. Sem pensar duas vezes, coloquei a minha mão em seu rosto e lhe dei um selinho. Ele me olhava com o rosto surpreso enquanto Renata esboçar alguma reação, fiquei completamente vermelha, após alguns segundos ele sorriu...
Eu: perdão, me descul-
Ele me impediu de falar colocando a sua mão na minha boca, o mesmo beijou meu pescoço, meus olhos se fecharam estantaneamente, sentia borboletas em meu estomago, ele tirou a mão da minha boca e a coloquei sobre a minha perna, a apertando. Senti sua lingua invadir minha boca, e em um bruco movimento, ele tirou o cinto do carro que estava sobre mim e me trouxe para seu colo. Seu beijo era tão despreocupado, parecia que naquele momento só existia nós dois na terra. Começamos com um beijo calmo e lento, ele me guiava em todo o caminho, seu beijo era quente, segurei em seu pescoço. Sentia todo meu corpo pegar fogo, o mesmo colocou sua mão em minha coxa, por cima do vestido, foi até meu pescoço e o mordeu, deixando minha pele totalmente arrepiada. Sentia a sua ereção embaixo de mim e joguei minha cabeça para trás, ele segurou forte em minha cintura e fez movimento com meu quadril em vai-e-vem em cima dele, agarrei com força a sua blusa, sentia meu corpo inteiro pulsando ppr dentro, ele beijava o meu pescoço e me fazia virar os olhos me forçando contra seu membro
Eu: Joseph, pa-para, o meu corpo... -não conseguia completar a frase, minha voz saia abafada a todo o momento-
Joseph: shh... -ele colocou sua mão em minha boca, me proibindo de falar-
Segurei em seus ombros e empurrei meu quadril pra frente e para trás em cima de seu m****o ereto, me fazendo chegar ao meu ápice.
Eu: Joseph... -gritei enquanto sentia alguns espasmos me atingir, ele apenas me olhava-
Ele me abraços e ficamos ainda alguns minutos naquela posição, minha respiração ainda estava ofegante, não conseguia pensar direito, ele deu um beijo em minha testa e eu voltei para o meu lugar. Ele abaixou parte do meu vestido que ainda estava um pouco mais acima da minha coxa e colocou meu sinto.
Puta que o pariu, o que eu fiz, meu Deus?
Não conseguia levantar minha cabeça de tanta vergonha, sentia ele me olhar em quanto minha cabeça estava baixa.
Joseph: não precisa sentir vergonha, Greta. -respirei fundo- tudo bem? -eu olhei para o seu rosto-
Eu: o q-que eu fiz?
Joseph: na verdade quem fez foi eu, no caso te fiz gozar. Sua voz fica ainda mais provocante gemendo o meu nome. - ele sorriu
Acabei rindo da situação após alguns minutos conversando com ele enquanto iamos para a minha casa.
[...]
Havíamos chegado em casa, tirei meu sinto.
Joseph: eu lhe agradeço pela noite, Greta. Foi bem mais do que eu esperava. -ele sorriu-
Antes que eu pudesse sair do carro ele segurou a minha mão.
Joseph: obrigado, de verdade. -soltei a sua mão e fiz um gesto com a cabeça.-
Eu: obrigada pela carona, boa noite.
Entrei em casa e minha mãe já estava dormindo, tirei meus sapatos e subi na ponta do pé para não acorda-la, tirei o vestido o guardei dentro da caixa novamente, tirei minha maquiagem e tomei um banho, também aproveitei para escovar meus dentes. Ao por minha cabeça no travesseiro, adormeci instantâneamente.