III – Um baile?

1892 Words
Passou-se 1 mês e estava tudo indo nos trilhos, ia para o trabalho, voltava para casa, e assim é a minha rotina. [...] Eram 19:30, e já estava de saída quando Joseph me chamou em sua sala Eu: licença Joseph: entre, pode sentar se quiser. -então sentei- amanhã 20:30, ocorrerá um baile beneficente, e preciso que você vá comigo. Eu: amanhã? É que eu tinha marcado.. Não deixa, eu vou sim. Joseph: obrigado, não vou poder ir lhe buscar, pois se chegarmos juntos, iram dizer que estamos namorando, vai haver muita imprensa, então vou mandar meu motoristas lhe buscar, tudo bem? Eu: eu posso ir sozinha Joseph: não pode não, ele lhe busca. Seu vestido, mando entregar na sua casa. Eu: mas... -ele me interrompeu- Joseph: obrigado, já vou, pois vou ter uma reunião hoje. [...] Cheguei na empresa no dia seguinte, levei o café para Joseph, e fiz meu trabalho de rotina, as horas se passaram e já estava na hora de ir me arrumar para o baile Fui na sala de Joseph me despedir. Joseph: lhe encontro no baile, boa noite Eu: boa noite Cheguei em casa e minha mãe estava assistindo TV Mãe: Oi filha! Eu: oi mãe -lhe dei um beijo-, vou subir pra tomar banho. Mãe: ah, filha, deixaram hoje cedo essa caixa pra você Peguei a caixa e subi para meu quarto, quando a abri, era um vestido vinho, de costa nua e com uma pequena a******a na coxa direita, muito lindo inclusive. Quanto será que foi isso, meu Deus? Tomei um banho e coloquei o vestido, passei uma maquiagem básica no rosto e coloquei um batom, não muito forte, em meu cabelo, fiz um coque deixando duas mexas caindo no rosto, coloquei um salto fino preto, e peguei uma bolsa brilhante de alça preta. Enquanto ainda estava acabando de passar o batom direito, ouvi o barulho da buzina, levantei meu vestido e saí correndo Mãe: meu Deus, pra onde você vai linda assim? Eu: vou para um baile de arrecadação com meu chefe, mãe Mãe: seu chefe? Tá mais pra namorado, hein? Eu: mãe, tô atrasada, beijo -dei um beijo em seu rosto.- Chegando no carro, o motorista abriu a porta do luxuoso carro para mim... Motorista: boa noite Eu: obrigada Peguei meu celular e enviei uma mensagem a Joseph, "estou a caminho". [...] Chegando, o motorista abriu a porta para mim, era uma mansão, enorme, estava cheia de papazarriz, meu Deus, o lugar era lindo e estava cheio de cadeiras, um ambiente meio escuro, havia um palco para os leilões Moço: boa noite, nome? ‐ele procurava meu nome em uma lista que segurava- Eu: Greta Antonelli Moça: entre ‐uma moça muito educada me fez sinal para entrar- Que lugar imenso, meu Deus. Estava lotado, comecei a andar para procurar Joseph. *Greta Off/Joseph On* A vi de longe, e ela estava realmente bonita, todas as suas curvas, pareciam estar desenhadas. Não esperava que esse vestida a caísse tão bem, a olhei por um tempo até que ela me viu e se aproximou. Eu: aproveitando sua noite? -a peguei de surpresa- Greta: ah, senhor, estava lhe procurando Eu: me chame de Jose. Você está deslumbrante -sussurrei no seu ouvido, e a mesma ficou vermelha- Greta: você também está lindo, digo, você está bonito -mais uma vez ela fica vermelha- Alguns paparazzis apareceram para tirar fotos, e ela foi para trás pra não atrapalhar. A puxei para frente Eu: não fica aí atrás Greta: você falou que... -a interrompi- Eu: esquece. Segurei em sua cintura, mas parecia que ela estava se afastando, sussurrei em seu ouvido "venha prá cá" e a puxei pela cintura para mais perto de mim, a ouvi engolir o seco. Paparazzis: sua namorada, senhor Russel? Eu: amiga. -eu olhava para o seu lindo rosto enquanto ela estava praticamente morrendo de vergonha, como é linda.- Tiramos as fotos eles foram embora... Greta: você não disse que não queria que eu aparecesse junto a você nas fotos, Joseph? Eu: mudei de ideia. Vamos nos sentar?  Fomos a nossa mesa, e o leilão se iniciou, e as propostas se iniciaram, comprei as maioria dos quadros que haviam em leilão, então se iniciou o jantar, que iria ser servido em mesa Eu: não vai comer? Greta: é que essa comida é meio estranha, não acha? Eu: é Caviar, Greta Greta: eu sei, mas não parece muito bom não viu, Eu: tem outros pratos Greta: eu tô bem, Joseph, não vou morrer de fome -ela deu um lindo sorriso, me fazendo rir junto também..- [...] Se iniciou a dança e fiquei sentando pensando se a chamaria para dançar, se é propício para a ocasião. Eu: quer dançar? Greta: não sei dançar, Joseph Eu: te ensino, vem A segurei pelas delicadas mãos e segurei sua linda cintura que ficava ainda mais bela com aquele vestido marcando as suas curvas, coloquei também sua outra mão em meu ombro. Eu: é assim: um pé e o outro -a expliquei- E nossa dança se iniciou - olhei por um minuto - e ela estava tão linda, o baile acabou umas 01:30, na verdade o baile contínuo, nós que fomos embora um pouco mais "cedo" porque Greta parecia estar um pouco cansada. *Greta On/Joseph Off* Joseph: não, não frente Greta -fechei a porta do banco de trás e fui para o banco do passageiro- Entramos no carro, e ficamos alí um tempo, estava bem cansada e com aquele vestido colado estava difícil de respirar, abaixei um pouco o zíper nas costas antes de por o cinto e puxei o ar o soltando bem devagar. Joseph: você está muito bonita, Grega -um silêncio se instalou por alguns segundos- pode tirar o salto se quiser. Eu: quero, com toda a certeza -tirei rapidamente e ele começou a rir- por quê você está rindo? Joseph: você é engraçada, Greta. Eu: obrigada. Joseph: você pode ser um pouco mais descontraída quando não estivermos trabalhando, eu permito. -ele colocava as chaves no carro para liga-lo- Eu: perdão. Fico tensa, mas obrigada pelos elogios, agradeço -olhava para baixo- obrigada também pela noite também -sorri- Joseph: eu que o diga, não foi tão chato quanto eu imaginei que seria -eu olhava para o seu rosto- porquê você estava lá comigo, é, isso foi um dos motivos de não ter sido tão chato -eu abri um largo sorriso porém ele ficou serio- Joseph: obrigado Greta, foi uma ótima assistente -girou a chave do carro e deu a ré em seguida, mas ele parecia um tanto impaciente." Eu: você está bem?  Joseph: estou -o ouvi engolir o seco- Eu: tem certeza? -ele puxou o freio e segurou forte o volante durante alguns segundos. Olhava para o seu rosto para tentar entender.- Ele olhou para mim e fez um olhar que eu não conseguia identificar o que mostrava. Em um rápido movimento ele tirou seu cinto de segurança. Inclinou seu corpo para mim, e o meu automaticamente se afastou, ate não conseguir mais se afastar pois o banco impedia. Minha respiração começou a ficar desregulada e era possível ouvir no carro inteiro; seu rosto estava cada vez mais próximo do meu, fazendo meu sangue ferver quando suas mãos tocaram o meu rosto, o fazendo carícias... Eu: Jose-se-ph -olhava para cima para não perder a minha razão- vo-você é meu che-che-fe Joseph: e como seu chefe, você deveria me obedecer -ele falava palavra por palavra, lentamente em meu ouvido, com a sua voz rouca- você não acha? -colocou sua mão em minha coxa que havia um f***a aberta, tocando diretamente na minha pele.- Eu: Jo-jo-seph -minha voz saiu trêmula ao sentir sua mão gelada em mim- Joseph: perdão -ele falava em um tom extremamente provocativo enquanto voltava para o seu lugar.- Parei por alguns segundos e olhei para baixo para me recompor. Conseguia sentir seu olhar me fuzilando, meu corpo fervia em lembrar da sua mão em minha perna. Levantei meu rosto e olha para o dele, que me olhava com um olhar incrivelmente lindo. Sem pensar duas vezes, coloquei a minha mão em seu rosto e lhe dei um selinho. Ele me olhava com o rosto surpreso enquanto Renata esboçar alguma reação, fiquei completamente vermelha, após alguns segundos ele sorriu... Eu: perdão, me descul- Ele me impediu de falar colocando a sua mão na minha boca, o mesmo beijou meu pescoço, meus olhos se fecharam estantaneamente, sentia borboletas em meu estomago, ele tirou a mão da minha boca e a coloquei sobre a minha perna, a apertando. Senti sua lingua invadir minha boca, e em um bruco movimento, ele tirou o cinto do carro que estava sobre mim e me trouxe para seu colo. Seu beijo era tão despreocupado, parecia que naquele momento só existia nós dois na terra. Começamos com um beijo calmo e lento, ele me guiava em todo o caminho, seu beijo era quente, segurei em seu pescoço. Sentia todo meu corpo pegar fogo, o mesmo colocou sua mão em minha coxa, por cima do vestido, foi até meu pescoço e o mordeu, deixando minha pele totalmente arrepiada. Sentia a sua ereção embaixo de mim e joguei minha cabeça para trás, ele segurou forte em minha cintura e fez movimento com meu quadril em vai-e-vem em cima dele, agarrei com força a sua blusa, sentia meu corpo inteiro pulsando ppr dentro, ele beijava o meu pescoço e me fazia virar os olhos me forçando contra seu membro Eu: Joseph, pa-para, o meu corpo... -não conseguia completar a frase, minha voz saia abafada a todo o momento- Joseph: shh... -ele colocou sua mão em minha boca, me proibindo de falar- Segurei em seus ombros e empurrei meu quadril pra frente e para trás em cima de seu m****o ereto, me fazendo chegar ao meu ápice.  Eu: Joseph... -gritei enquanto sentia alguns espasmos me atingir, ele apenas me olhava- Ele me abraços e ficamos ainda alguns minutos naquela posição, minha respiração ainda estava ofegante, não conseguia pensar direito, ele deu um beijo em minha testa e eu voltei para o meu lugar. Ele abaixou parte do meu vestido que ainda estava um pouco mais acima da minha coxa e colocou meu sinto. Puta que o pariu, o que eu fiz, meu Deus? Não conseguia levantar minha cabeça de tanta vergonha, sentia ele me olhar em quanto minha cabeça estava baixa. Joseph: não precisa sentir vergonha, Greta. -respirei fundo- tudo bem? -eu olhei para o seu rosto- Eu: o q-que eu fiz? Joseph: na verdade quem fez foi eu, no caso te fiz gozar. Sua voz fica ainda mais provocante gemendo o meu nome. - ele sorriu Acabei rindo da situação após alguns minutos conversando com ele enquanto iamos para a minha casa. [...] Havíamos chegado em casa, tirei meu sinto. Joseph: eu lhe agradeço pela noite, Greta. Foi bem mais do que eu esperava. -ele sorriu-  Antes que eu pudesse sair do carro ele segurou a minha mão. Joseph: obrigado, de verdade. -soltei a sua mão e fiz um gesto com a cabeça.- Eu: obrigada pela carona, boa noite. Entrei em casa e minha mãe já estava dormindo, tirei meus sapatos e subi na ponta do pé para não acorda-la, tirei o vestido o guardei dentro da caixa novamente, tirei minha maquiagem e tomei um banho, também aproveitei para escovar meus dentes. Ao por minha cabeça no travesseiro, adormeci instantâneamente.
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