capítulo 2

1700 Words
Gustavo idade:23 anos aparência: cabelos platinados, 1;80 de altura, corpo atlético, olhos marrom avermelhado **** Jefferson idade : 23 anos aparência : cabelos pretos, 1;81 de altura, corpo atlético, um olho marrom avermelhado e o outro verde *****//****//*****/*** (....) Marley Nossos pais nos ajudou a colocar as caixas no carro e nosso avô da a chave pra mim e fala que o carro é meu e abraço ele e falo obrigada. "vou ter um carro só pra mim", minha mãe não fica muito feliz, ela acha que sou irresponsável. Posso ser doida, maluca e pervertida, mas não sou irresponsável — nos ligam quando chegarem — fala nossa mãe preocupada — Marley cuidado com as pessoas que conversa pela internet e não vai encontrar elas que podem ser um psicopata ou maníaco — eu sei, mamãe — falo ao abraça-la — vamos ficar bem não se preocupe — vou confiar em vocês — fala nossa mãe ao se afastar — esse condomínio é seguro, pai? — sim e também ele fica perto da faculdade. Muitos universitário moram nesse condomínio, então não se preocupe — nosso avô fala e nossa mãe solta um suspiro de alívio — temos que ir se não ficará tarde — Merlin fala — Aurora seja uma boa lobinha e obedece a mamãe — fala ao se abaixar e coloca a mão na cabeça dela — e não morda mais o Zezinho, tá bom — serei boazinha, irmã — Aurora fala de um jeito fofo e Merlin não aguenta e abraça ela — não consigo respirar — eita. Me empolguei com sua fofura — Merlin fala sem graça ao solta-la — Cauã contínua fazendo música — fala ao colocar a mão na cabeça dela —musica vive em mim, irmã — fala e sorri — fico feliz em ouvir isso. Talles cuida da mamãe e do papai — pode deixar — Talles fala e Merlin bagunça os cabelos dele — qualquer dia vou visitar vocês — vamos esta esperando — não falem com estranhos e tenham cuidado — fala nossa mãe — mamãe — fala os duas ao mesmo tempo — elas vão ficar bem, querida — fala nosso pai ao abraçar a nossa mãe — confio nelas — obrigada, papai — falo ao abraça-lo — não vamos te decepcionar — vocês tem que ir — fala nosso pai e solto ele — tchau, gente — falo e vou pro carro e espero Merlin despedir de todos e alguns segundos ela entra no carro — pronta pra nova vida? — bora pra nova vida — fala e sorri (...) Gustavo Quando eu e meu irmão tínhamos 14 anos, nossos amigos fez uma aposta, se tínhamos coragem de entrar na floresta proibida, então entramos pra mostrar que éramos corajosos, mas após entrar fomos atacados por criaturas horrível e fomos salvos por duas menininhas, elas ensinaram o caminho de volta pra cidade e fomos embora e prometemos nunca contar o que aconteceu. E mesmo que tenha passado oitos anos ainda não consigo me esquecer daquele dia e das duas garotas com poderes, "quem eram elas e porque estavam na floresta proibida?" Essa pergunta nunca terá resposta, então eu e meu irmão só podemos ficar com as lembranças daquele dia. Ontem bebi demais e estou com uma p**a dor de cabeça e pra piorar meu irmão está com o som nas alturas pra ferrar ainda mais com a minha cabeça. Saio do meu quarto e vou no dele e desligo o som — que p***a! Estou ouvindo — Jefferson fala bravo e ignoro e o mesmo se levanta da cama e vai ligar o rádio e entro na frente — minha cabeça está explodindo. Então chega de barulho — chato — fala irritado e olha na janela e o mesmo vai até ela — vamos ter vizinhos novos — fala e vou até a janela e vejo duas garotas segurança caixa — ainda são garotas. Que sorte — fala e sorri malicioso — vamos lá ajudar nossas vizinhas — fala e começa a andar e sigo ele e vamos pra fora e vamos na casa ao lado — querem ajuda, garotas? — claro — fala a garota de cabelos platinados — sou Marley wolf — fala e sorrio — sou Jefferson Albuquerque — fala e sorri e a garota fica vermelha — ei Marley. Para de conversar e vem me ajudar — fala uma garota de cabelos negros — aquela é minha irmã gêmea, Merlin. Ela não é muito fã de humanos — como assim? — nós dois perguntamos ao mesmo tempo — quero dizer. Ela é anti-social — fala sem graça — vocês poderiam pegar aquelas caixas? — claro Marley Droga! Quase dou a língua com os dentes. Se Merlin escutasse teria ficado muito brava, tenho que ter mais cuidado ao abrir minha boca de sapo. Os dois garotos foram pegar a as caixas que pedi e quando o vento bate, seus cheiros invade minhas narinas e lembranças de oito anos atrás aparecem na minha mente, "p**a que pariu! Eles são os garotos humanos que salvamos quando éramos crianças", Marlin precisa saber disso. Vejo que os dois garotos estão distraídos, entro em casa e vou perto da Merlin — são eles — falo perto do ouvido dela — os garotos que salvamos quando éramos crianças — falo e a mesma fica paralisada — o que faremos se eles descobrir que somos nós — falo desesperada — tenha calma — Merlin fala calmamente — mudamos muitos, então vai ser difícil saber. Tá bom — tá bom — onde colocamos essas caixas — Jefferson fala ao entrar e chamo eles com a mão e os levo pro meu quarto e os dois colocam no chão — obrigada — agradeço e saímos do quarto e vejo Merlin encima da cadeira, colocando lâmpada e a mesma desenquilibra e cai — CUIDADO — grito e fecho meus olhos — você está bem? — uma voz masculina pergunta, abro meus olhos e vejo minha irmã no colo do Gustavo — estou. obrigada — Merlin fala e o mesmo coloca ela no chão — eu shippo! Não... Espera. Ele é o garoto que salvamos. Tô nem aí, continuo shippando minha mana com o Albino — pensei — vamos pegar o resto das caixas — Gustavo fala e os saíem pra fora — tira esse sorrisinho do rosto, Marley — Merlin fala e dou risadas — sabe o que penso dos garotos humanos — mas ele é tão lindo, Merlin — tô nem aí. Não vim morar na cidade pra fica atrás de garotos humanos nem você — fala e sai da sala — chata pra c*****o — falo ao cruzar meus braços Gustavo Não sei porque sinto que essas duas garotas, são familiar, aonde foi que vi elas? Não consigo me lembrar. Depois que salvei a garota do cabelos negros, dei uma boa olhada no rosto dela e a mesma é linda, mas não foi sua beleza que chamou a minha atenção, "ela lembra muito a garotinha da floresta proibida", era duas garotas, um de cabelos brancos e outra de cabelos negros, exatamente como essas duas irmãs. "Isso não pode ser mera coincidência" — Jeff! Não reparou nada nas garotas? — pergunto ao parar de andar — que elas são gatas — isso eu sei. Mas elas não lembram duas pessoas pra você? — pergunto e o mesmo fica pensando — p***a! — xinga e coloca as mão na cabeça — as garotas que nos salvaram oito anos atrás. Será que são elas? — acho que sim. Mas temos que fazer alguma coisa pra ter certeza — o que faremos? — vamos ficar de olho nelas — falo e o mesmo sorri alegremente — não fica tão empolgado, vai saber o que elas são. Ouviu o que a garota de cabelos brancos falou da irmã dela — que ela não é muito fã de humanos — pra falar assim, porque elas nem não são humanas. Então temos que ter cuidado pra não saberem que sabemos que elas são as garotinhas que nos salvou no passado — já estava pensando em dar uns amassos na Marley e agora descubro que ela nem possa ser humana. Magoou — fala e faz drama e n**o com a cabeça — você deveria fazer isso também. Tipo namorar, pegas as garotas, mas não, fica bebendo quem nem louco pra esquecer aquela garota, já se passou três anos e mesmo assim não consegue esquecer ela — cuida da sua vida — falo irritado e pego a caixa e saio andando e vou pra dentro da casa — moça! Onde coloco essa caixa? — pergunto pra garota de cabelos negros — no meu quarto — responde e a mesma começa a andar e sigo ela e entramos num quarto — pode colocar encima da cama — fala e coloco a caixa — sou Merlin e mais uma vez obrigada por me ajudar — sou Gustavo. É um prazer ajudá-la — falo e sorrio e vejo que a mesma ficou envergonhada — vocês mudaram nesse condomínio pra fazer faculdade? — sim — qual curso você vai fazer? — biologia — que legal. Estou no meu último ano de medicina — desculpa, mas você não tem cara de médico — fala e dou risadas — que cara tenho, então? — estrela do rock — fala envergonhada — desculpa. É errado julgar as pessoas pela aparência e acabei fazendo isso com você — fala sem graça — tudo bem! Você não é a primeira que fala que não tenho cara de médico. Até meus pais se assustaram quando falei que queria fazer faculdade medicina. Então estou acostumado — os meus pais também se assustaram quando falei que iria fazer faculdade de biologia. Minha mãe chorou a semana inteira — falo ao lembrar que deu o que fazer pra convencê-la a nos deixar morar na cidade — temos algo em comum — falo e a mesma olha pra mim — tenho que acabar de pegar as caixas — falo e saio do quarto e vejo meu irmão babando na outra garota — tá escorrendo aqui — falo e aponto pra boca dele e depois dou risadas — idiota
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